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ABUSO EMOCIONAL INFANTIL

ABUSO EMOCIONAL INFANTIL

(Por Eliana Barbosa*)

Algo que sempre me comove é a vulnerabilidade das crianças, não só física, mas também, emocional.

Felizmente, as leis são duras para quem abusa fisicamente de uma criança, porém,  são muito fracas no caso do abuso emocional, que a meu ver, é um grande crime, um verdadeiro massacre contra a integridade psicológica de uma criança ou jovem.

É grande o número de pais e mães totalmente despreparados para educar seus filhos com amor maduro, sem apego, nem chantagens e cobranças – que geram culpa, remorso e desejo inconsciente de autopunição nas crianças.

Estes casos são mais frequentes em pais solteiros ou separados, que não conseguem administrar seus próprios sentimentos e despejam toda a sua frustração nos filhos.

Vou dar alguns exemplos aqui do que vejo como abuso emocional, e que, em alguns casos, se configuram como alienação parental, segundo a lei:

– Ficar questionando a criança de quem ela gosta mais – isso causa pressão, confusão mental e culpa. Os pais precisam respeitar as afinidades da criança.

– Usar o filho como mensageiro para levar recados ao outro genitor – criança não merece se envolver nos problemas dos adultos.

– Usar a criança como espiã do outro genitor – isso gera ansiedade e sentimento de estar traindo um dos pais.

– Chorar, fazendo-se de vítima para conseguir atenção e afeto da criança, ou ficar dizendo que está ficando velho, vai morrer, que está triste…  – uma desumanidade, que gera no filho um pernicioso sentimento de culpa, e que, com o passar do tempo,  acaba afastando-o mais deste genitor.

– Falar mal do outro genitor ou da família dele – isso causa muita incerteza na criança, levando-a a comportamentos agressivos e até à depressão.

– Dizer ao filho que está magoado porque ele demonstra gostar também do outro genitor – mais um motivo para a criança se sentir confusa e culpada.

– Colocar nas mãos da criança decisões que cabem aos adultos, como por exemplo, com quem ela gostaria de morar, e ficar pressionando-a nessa questão.

Enfim, são tantos outros exemplos, mas fica aqui o meu recado para que pais e mães procurem ler mais sobre o quanto o seu equilíbrio emocional é fundamental para a felicidade de seus filhos.

E guardem bem: Criança nenhuma merece carregar o peso das frustrações dos pais em suas costas!

(* Psicoterapeuta, life coach, palestrante, apresentadora de TV e autora de livros no campo do autodesenvolvimento. Contato: eliana@elianabarbosa.com.br)

 

ATENDIMENTOS 2

 

 

 

QUANDO OS FILHOS ERRAM

(Autoria de Eliana Barbosa*)

É muito comum entre os pais a preocupação excessiva em relação aos caminhos que seus filhos vão tomar na vida.

Afinal, o que você – pai ou mãe – deve fazer quando sente que as decisões de seu filho são erradas ou arriscadas: deixar que aja como bem entende e arque com as consequências, ou impedi-lo, impondo-lhe aquilo que você pensa que é o correto?

  • Esta é uma questão delicada. Enquanto seu filho estiver sob seu controle, menor de idade e dependente financeiramente, você podem até impedir alguns erros.
  • Porém, ao perceber que seu filho agiu mal, jamais encubra os erros dele. Se errou, ele – e não você – terá que reparar. Por exemplo, se você vir que o filho furtou uma bala que seja, faça-o voltar ao local, pedir desculpas e pagar. Essa vergonha que ele vai passar será uma valiosa lição para sua vida inteira. Toda vez em que pensar em fazer algo imoral ou ilegal, ele se lembrará desse episódio e sentirá mal com a própria atitude.
  • Caso seja adolescente, se preciso for, apele para o Juizado de Menores, que poderá ajudá-lo a colocar limites e procure um psiquiatra para avaliar os distúrbios de comportamento dele e medicar, se preciso for.
  • Independente da idade, não superproteja seu filho, não faça nada que seja responsabilidade dele. Deixe-o aprender a caminhar sozinho, tropeçar, cair e levantar. São estas pequenas superações que irão construir a autoestima dele.
  • Quando adulto e independente, cuidado para você não interferir de forma ostensiva. Seja sutil, porque não tem como impedir esse filho de arriscar ou de agir errado, e quanto mais você falar, menos ele o escutará, menos vai querer seguir seus conselhos.
  • Sugiro que você diga o seguinte, olho no olho: “Meu filho, você é livre para escolher seus caminhos, mas saiba que será responsável pelas consequências. Acima de tudo, eu te amo. O que não amo e não aprovo é o seu comportamento. E este, o comportamento, você pode mudar quando quiser. Eu vou apenas dar a minha opinião a respeito de suas escolhas e vou rezar para você.”
  • Se até Deus, o Pai Maior, permite que Seus filhos errem e aprendam com os erros, quem somos nós, simples humanos, para impedir que nossos filhos caiam, se levantem e cresçam?
  • E, finalizando, guarde bem: Limite é amor!
*Eliana Barbosa é psicoterapeuta, life coach, palestrante e escritora no campo do autodesenvolvimento, e apresentadora em TV e rádio - Contato: eliana@elianabarbosa.com.br

 

No vídeo, abaixo, com o psicoterapeuta e escritor Fernando Vieira Filho, saiba mais como lidar com os erros dos filhos: 

 

 

 

 

OS 20 PEDIDOS DOS FILHOS DE PAIS SEPARADOS

Mãe e Pai …

1 – Nunca esqueçam: eu sou a criança de vocês dois. Agora, só tenho um pai ou uma mãe com quem eu moro e que me dedica mais tempo. Mas preciso também do outro.

2 – Não me perguntem se eu gosto mais de um ou do outro. Eu gosto de “igual” modo dos dois. Então não critique o outro na minha frente. Porque isso dói.

3 – Ajudem-me a manter o contato com aquele de vocês com quem não fico sempre. Marque o seu número de telefone para mim, ou escreva-me o seu endereço num envelope. Ajudem-me, no Natal ou no seu aniversário, para poder preparar um presente para o outro. Das minhas fotos, façam sempre uma cópia para o outro.

4 – Conversem como adultos. Mas conversem. E não me usem como mensageiro entre vocês – ainda menos para recados que deixarão o outro triste ou furioso.

5 – Não fiquem tristes quando eu for ter com o outro. Aquele que eu deixo não precisa pensar que não vou mais amá-lo daqui alguns dias. Eu preferia sempre ficar com vocês dois. Mas não posso dividir-me em dois pedaços – só porque a nossa família se rasgou.

6 – Nunca me privem do tempo que me pertence com o outro. Uma parte de meu tempo é para mim e para a minha mãe; uma parte de meu tempo é para mim e para o meu pai.

7 – Não fiquem surpreendidos nem chateados quando eu estiver com o outro e não der notícias. Agora tenho duas casas. E preciso distingui-las bem – senão não sei mais onde fico.

8 – Não me passem ao outro, na porta da casa, como um pacote. Convidem o outro por um breve instante dentro e conversem como vocês podem ajudar a facilitar a minha vida. Quando me vierem buscar ou levar de volta, deixem-me um breve instante com vocês dois. Não destruam isso, em que vocês se chateiam ou brigam um com o outro.

9 – Vão buscar-me na casa dos avós, na escola ou na casa de amigos se vocês não puderem suportar o olhar do outro.

10 – Não briguem na minha frente. Sejam ao menos tão educados quanto vocês seriam com outras pessoas, como vocês também o exigem de mim.

11 – Não me contem coisas que ainda não posso entender. Conversem sobre isso com outros adultos, mas não comigo.

12 – Deixem-me levar os meus amigos na casa de cada um. Eu desejo que eles possam conhecer a minha mãe e o meu pai e achá-los simpáticos.

13 – Concordem sobre o dinheiro. Não desejo que um tenha muito e o outro muito pouco. Tem de ser bom para os dois, assim poderei ficar à vontade com os dois.

14 – Não tentem “comprar-me”. De qualquer forma, não consigo comer todo o chocolate que eu gostaria.

15 – Falem-me francamente quando não dá para “fechar o orçamento”. Para mim, o tempo é bem mais importante que o dinheiro. Divirto-me bem mais com um brinquedo simples e engraçado que com um novo brinquedo.

16 – Não sejam sempre “ativos” comigo. Não tem de ser sempre alguma coisa de louco ou de novo quando vocês fazem alguma coisa comigo. Para mim, o melhor é quando somos simplesmente felizes para brincar e que tenhamos um pouco de calma.

17 – Deixem o máximo de coisas idênticas na minha vida, como estava antes da separação. Comecem com o meu quarto, depois com as pequenas coisas que eu fiz sozinho com meu pai ou com minha mãe.

18 – Sejam amáveis com os meus outros avós – mesmo que, na sua separação, eles ficarem mais do lado do seu próprio filho. Vocês também ficariam do meu lado se eu estivesse com problemas! Não quero perder ainda os meus avós.

19 – Sejam gentis com o novo parceiro que vocês encontram ou já encontraram. Preciso também me entender com essas outras pessoas. Prefiro quando vocês não se vêem com ciúme. Seria de qualquer forma melhor para mim quando vocês dois encontrassem rapidamente alguém que vocês poderiam amar. Vocês não ficariam tão chateados um com o outro.

20 – Sejam otimistas. Releiam todos os meus pedidos. Talvez vocês conversem sobre eles. Mas não briguem. Não usem os meus pedidos para censurar o outro. Se vocês o fizerem, vocês não terão entendido como eu me sinto e o que preciso para ser feliz.

                  (Fonte – Tribunal de Família e Menores de Cochem-Zell / Alemanha)

 

 

FILHOS INGRATOS

 

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(Autoria de Eliana Barbosa*)

Um dos maiores desafios na vida em família, a meu ver, está na convivência entre pais e filhos. Assim como temos visto em várias novelas da TV brasileira, a vida real, infelizmente, também nos mostra algumas mães e pais totalmente decepcionados com filhos ingratos e alguns até cruéis.

Então, como você – pai ou mãe – deve agir diante dessa situação?
  • Em primeiro lugar, entenda que seu filho vê em você a imagem que você mesmo vê e transmite para o mundo – a de uma pessoa que não se valoriza e faz tudo pelos outros, na vã tentativa de ser amada e reconhecida.
  • Para que seu filho reconheça suas qualidades e o respeite, tome a atitude de se amar mais do que a qualquer outra pessoa.
  • Dê um basta nessa superproteção em relação aos filhos e comece a cuidar de quem é mais importante em sua vida: VOCÊ!
  • Abandone o amor permissivo e adote o amor exigente por seu filho. Ele precisa entender que você o ama, mas você não gosta e não vai aceitar as atitudes erradas dele.
  • Consciente de que você fez o melhor por seu filho, fale e aja com firmeza no sentido de não permitir mais desacatos, e exija que ele o respeite.
  • Aceite que, por mais exemplos bons que você tenha dado ao seu filho, ele fez a escolha de ignorá-los. Sua boa influência está com ele, mas se ele optou por seguir o caminho da ingratidão ou da desonestidade, a única coisa que você pode fazer é rezar por ele e seguir sua própria vida, sem rancores e cobranças.
  • Isso mesmo, que você perdoe ao seu filho para se libertar de mágoas que, mais dia menos dia, acabarão manifestando-se em forma de doenças. Perdoar não é aceitar, é apenas não se prender às dores do ressentimento.
  • Cuidado: É grande o número de pais e mães que adoecem, numa busca inconsciente de atenção e carinho dos filhos. Não caia nessa armadilha e cultive sua fé na certeza de que seu filho, antes de ser seu, ele é filho de Deus.
  • E, com essa dolorosa lição que a ingratidão em família pode lhe trazer, daqui para frente dê um basta às suas expectativas e idealizações. São elas as grandes responsáveis pelas decepções.
  • Lembre-se: Ninguém muda ninguém, a não ser a si próprio. Cada pessoa tem sua natureza e o livre arbítrio de escolher acordar ou não para a vida.
  • Por isso, não perca mais tempo tentando mudar seus filhos. Permaneça firme como bom exemplo para eles e decida, hoje mesmo, buscar seus recursos internos para ser feliz, sem jamais condicionar sua felicidade a quem quer que seja!

 

(*Eliana Barbosa é psicoterapeuta, coach de relacionamentos, apresentadora de TV, palestrante e autora de diversos livros no campo do autodesenvolvimento.)

ATENDIMENTOS 2

SÍNDROME DO NINHO VAZIO

síndrome

(Autoria de Eliana Barbosa*)

Quando as mães vivem em função de seus filhos, em um exagerado apego,  e não se permitem viver outros papéis, estão se condenando a enfrentar um doloroso vazio quando esses filhos crescem e buscam sua independência.

A essa sensação de carência afetiva e de perda do sentido da vida que acontece aos pais quando os filhos “batem asas”, chamamos de “síndrome do ninho vazio.”

A cantora Paula Toller – que compôs a música Barcelona 16,  falando dessa angústia mais comum entre as mães, afirmou:  “Foi como um segundo parto, dar à luz novamente para que ele pudesse seguir seus passos”.  

Embora não seja algo muito fácil de vivenciar, veja como é possível encarar essa etapa da vida com menos sofrimento:

  • Seja flexível diante das naturais mudanças da vida, preparando-se sempre para o novo.
  • Entenda que antes de serem seus filhos, eles são filhos de Deus!
  • Jamais responsabilize seus filhos por sua felicidade.
  • Cuidado com o sentimento de autopiedade, que pode levar você,   inconscientemente, a adoecer, só para chamar a atenção de seus filhos.
  • Aproveite o momento para voltar a namorar seu cônjuge – caso o tenha-, ou para se abrir para um novo amor.
  • Adote um animal de estimação, que vai ocupar seu tempo ocioso e compensar a sua carência de afeto e atenção.
  • Busque sua realização pessoal naquelas atividades que desempenhava antes da chegada dos filhos – sua profissão, artesanato, cursos, exercícios físicos, etc.  -, ou mesmo naquilo que você sempre sonhou em fazer, mas não teve chance até agora.
  • Reaqueça antigas amizades, aproveitando a oportunidade para se distrair mais.
  •  Faça trabalhos voluntários, que vão dar novo sentido à sua vida, despertando em você sentimentos de autovalorização e solidariedade.
  • E abençoe seus filhos na jornada que escolheram, para que eles se sintam livres da culpa pela sua solidão e evitem futuras mágoas.

Pense nisso com carinho!

(*) Psicoterapeuta, coach de relacionamentos, palestrante, apresentadora de TV e rádio e autora de livros motivacionais

APRENDA MAIS SOBRE A SÍNDROME DO NINHO VAZIO NESTA ENTREVISTA COM O PSICOTERAPEUTA FERNANDO VIEIRA FILHO

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5 SINAIS DE QUE VOCÊ ANDA ESTRESSADA

 

Mujer intentando dormir

(Autoria de Eliana Barbosa)

 

Vida corrida, casa, marido, filhos, carreira… Eu sei como é lidar com tantas responsabilidades e precisar estar sempre bem, arrumada, cheirosa e disposta para realizar tudo.

Pois é… Mas tem sido muito alto o preço que pagamos por nos permitir ultrapassar todos os nossos limites físicos e emocionais, nessa eterna autocobrança que fazemos de sermos perfeitas e invencíveis. Não somos!!!

Então, veja aqui 5 sinais de que você anda estressada e de que está na hora de dar um basta a esse estilo de vida, respirar fundo e lembrar que se você não estiver bem e equilibrada, bem nenhum fará àqueles que convivem com você:

  1. Agitação e insônia – Quando você vai se deitar, não relaxa nem consegue interromper pensamentos preocupados que vão e vem… Minha dica: procure ouvir um relaxamento antes de dormir. No Youtube há centenas de opções de áudios e você poderá escolher um diferente a cada noite, até descobrir o que é melhor pra você.  E não se preocupe se dormir no meio do relaxamento.
  2. Mania de reclamar – Quanto mais você reclama, mais difícil a vida lhe parece. Então, toda vez que pensar em uma reclamação, troque por um pensamento de gratidão.
  3. Doenças que aparecem do “nada” – Quando você está estressada, sua imunidade cai e, por isso, você fica mais vulnerável às doenças, sem falar naquela dor de cabeça chata que nada resolve. O relaxamento que você fará todas as noites vai fortalecer suas emoções e, assim, te ajudar a criar resistência aos vírus e bactérias. E, mais serena, sua cabeça vai parar de sofrer com as naturais pressões da vida.
  4. Emotividade exagerada – fazer “tempestade em copo d’água” é comum quando estamos cansadas. Tome consciência disso e, mesmo que chore um pouco, nada de ficar comentando suas dores pra todo mundo.
  5. Perda de memória – O estresse também leva ao esgotamento do cérebro e, assim, pode acontecer de você ter um “branco” e se esquecer de algo importante. Nessa hora, respire fundo, e faça o seguinte exercício: junte as laterais externas de cada mão e bata uma na outra por uns 20 segundos. Essa prática, 4 vezes ao dia, vai lhe garantir equilíbrio, sensatez nas decisões, clareza de pensamento, boa memória e serenidade.

Combinado???

Pense nisso com carinho e até sempre!!!

(*Coach de relacionamentos, psicoterapeuta, escritora e palestrante no campo do autodesenvolvimento, e apresentadora em TV e rádio) 

 

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