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MODERNIDADE DIGITAL E REDES SOCIAIS

Entrevista com Eliana Barbosa- Psicoterapeuta e life coach, para a jornalista Kelly Lopes, para matéria publicada na edição de 16 de setembro de 2018 da FOLHA UNIVERSAL

Uma matéria sobre a modernidade digital e suas mudanças no cotidiano das pessoas, onde as coisas mais simples são registradas a todo tempo em fotos e vídeos nas redes sociais. 

Imagine uma pessoa que com muita frequência registra tudo o que faz e vive nas redes, mostra o que tem, consome e compra, revelando uma felicidade relacionada a tudo o que posta, como se a felicidade houvesse se tornado obrigatória. 

Vamos falar sobre as possíveis consequências dessas atitudes para quem as faz e para quem as acompanha.

ENTREVISTA

FOLHA UNIVERSAL: Algumas pessoas “vivem momentos”, apenas para tirar fotos, ou seja, não aproveitam, apenas registram. E depois que fazem seus posts esperam ser curtidas, vistas e comentadas, e se isso não acontece se frustram, ou seja, estão felizes à medida que estão sendo notadas. Em sua visão, isso é um distúrbio, revela alguma falta ou pode acarretar consequências na vida dessas pessoas?

ELIANA BARBOSA: A meu ver, este comportamento alimenta o narcisismo dessas pessoas, e é viciante. Os neurocientistas explicam que quando recebemos uma curtida, nosso cérebro gera uma descarga de dopamina, que é o mesmo neurotransmissor produzido quando fazemos sexo, ganhamos dinheiro ou comemos chocolate.

É verdade que receber um like ajuda a reforçar nossa autoestima, porém, o perigo é quando a pessoa passar a viver ansioso na expectativa de um feedback positivo, de um elogio, de uma curtida.

Dependendo da pessoa, esse vício pode levá-la ao transtorno de ansiedade e até ao estresse, bem como a episódios de tristeza e decepção,  se não recebe o reconhecimento que espera, nas redes sociais.

Este comportamento revela também uma carência afetiva, baixa autoestima, com a forte necessidade de ser vista, admirada e aprovada.

As consequências na vida desta pessoa, além dos transtornos decorrentes de qualquer vício, há também o afastamento da realidade e daqueles que realmente importam em sua vida, tornando-a uma alienada.

F.U.: Já para quem está do outro lado e acompanha essas postagens, acaba sentindo a necessidade de também postar, de mostrar que está bem, que consome, e que também é feliz. E muitas vezes deseja ser igual àquela outra que posta “um mundo feliz o tempo todo”, e acaba baseando sua vida na vida do outro. Como explicar essa relação da modernidade e quais consequências isso pode gerar para o outro lado (quem acompanha esses posts)?

E.B.: Essa modernidade pode gerar no público que acompanha estas postagens de “felicidade perene”, um sentimento de inadequação e inferioridade, além de uma ansiedade em basear sua vida naquilo que vê na vida do outro. De tanto ver a aprovação do outro, essa pessoa acaba se tornando um mendigo de likes, e, muitas vezes, nem percebe o ridículo a que se expõe, na tentativa de ser admirado.

Uma experiência pessoal: Em minhas redes sociais, lamento quando as minhas fotos que publico têm muito mais likes do que os artigos sérios que escrevo. As pessoas, hoje em dia, estão muito superficiais, e, pelo que parece, esperam a mesma superficialidade daqueles que seguem.

F.U.: A realidade, porém, pode ser bem diferente do que é postado, pois muitas pessoas maquiam uma realidade que não lhes pertence. Por vezes, atrás daquela pessoa feliz da foto existe alguém infeliz. Será que algumas pessoas postam uma vida que idealizam, mesmo que não seja a realidade delas?

E.B.: Eu acredito que a maioria das pessoas, principalmente aquelas que se expõem o tempo todo, está sim maquiando a própria realidade. Essa necessidade de serem admiradas – em tempo integral – as afasta de sua essência. E, nesse afã de serem cada vez mais aprovadas, enveredam pelo consumismo, gastando até mais do que podem, fugindo da própria realidade em que vivem.

Claro que há os blogueiros que, por força do trabalho que realizam, acabam expondo sua vida privada, mas imagino que isso, depois de certo tempo, deve ser angustiante para eles, porque a cobrança dos seguidores parece insaciável.

F.U.: A super exposição de alguns pode gerar insegurança em outros?  Pois acabam idealizando a vida do outro como uma vida perfeita onde as comparações são inevitáveis. Sintomas como: baixa autoestima, Irritabilidade, esgotamento mental e ansiedade podem estar relacionados?

E.B.: Sim, exatamente isso. A vontade de ser como o outro – que já demonstra uma autoestima fragilizada -, gera uma eterna insatisfação pela vida, irritabilidade, esgotamento mental e extrema ansiedade em querer ter o sucesso que vê no outro.

Aí, a pessoa para não ficar para trás, começa também a se expor, e a viver em função da aprovação dos outros, e, com o tempo, acaba precisando de uma ajuda profissional para entender e controlar este comportamento, e entender que o importante é agradar a si mesmo!

Acredito que nunca, em toda a história da Humanidade, as pessoas precisaram tanto de autocontrole quanto na atualidade – autocontrole no uso das tecnologias, das redes sociais, das próprias emoções -, e tratamento adequado para esta tão alta necessidade de ser amado, aceito e respeitado.

F.U.: Quais dicas para quem passa muito tempo nas redes sociais, ou para quem posta tudo o tempo todo?

E.B.: Embora sejam ótimas ferramentas para aumentar nosso círculo de amigos e manter os vínculos familiares e de amizade, as redes sociais, hoje, se tornaram motivo de preocupação dos profissionais do comportamento humano.

Segundo estudos recentes, é mais difícil resistir à tentação de acessar sites como Twitter, Facebook ou Instagram do que dizer ‘não’ ao cigarro e ao álcool. Estes mesmos estudos explicam que o motivo das pessoas se apegarem às redes sociais, em detrimento da convivência real com amigos é porque, na internet, elas podem parecer o que não são. Podem postar apenas aquilo que as fazem se sentir melhor, escondendo suas fraquezas.

Outro fator viciante é a curiosidade humana, a mania de querer saber tudo da vida do outro.

Além disso, como foi explicada acima, a possibilidade de ganhar a atenção das pessoas acaba viciando também.

Na verdade, o que vemos, é uma alienação, em que os indivíduos preferem passar horas e noites na internet do que aproveitando a companhia real dos familiares e amigos. O maior perigo é perderem as habilidades para o contato social, o olho no olho, a gentileza e a educação.

Diante disso, e com o intuito de ajudá-lo a não cair nessa armadilha, deixo aqui 3 dicas poderosas:

  • ORGANIZAÇÃO: Acorde com todos os seus afazeres do dia anotados em sua agenda e só utilize as redes sociais em horários previamente marcados por você. Seja disciplinado.
  • DESAPEGO: Durante as refeições e na hora de dormir, deixe seus aparelhos – smartphones, tablets, laptops, todos eles bem longe de você, dedicando aos seus familiares e amigos, sempre presentes em sua vida, a atenção que eles merecem ter.
  • DISCRIÇÃO: Cuidado ao postar nas redes sociais. Pare de se expor, de contar detalhes de sua vida, na ânsia de ser mais visto pelos outros. Embora rodeado de “amigos virtuais”, quando você precisar de apoio, quem poderá estar ao seu lado, em carne e osso, serão aqueles com quem você deveria conviver melhor, em seu dia a dia.

Guarde bem: Todo exagero é danoso à nossa vida! Pense nisso e cuide-se!

F.U.: Se quiser acrescentar algo que eu não pontuei nas perguntas, fique à vontade.

E.B.:  É importante abordar o seguinte: Um estudo feito na Universidade Livre de Berlim revelou que jovens viciados nas redes sociais podem ter menores notas escolares, redução da produtividade no trabalho e até mesmo depressão.

Para evitar o uso nocivo das redes sociais, os pais devem dosar o tempo que os jovens ficam em frente à tela e acompanhar o conteúdo das postagens.

O psicólogo Cristiano Nabuco, do Instituto de Psiquiatria da USP alega que o vício tecnológico já é uma epidemia. E explica que o jovem termina a maturação do cérebro após os 21 anos. Tudo o que diz respeito ao controle dos impulsos, ele não tem. Por isso, ele aconselha que os pais prestem atenção e acompanhem o jovem da mesma forma como fazem com qualquer outra atividade.

===========       Eliana Barbosa é life coach, psicoterapeuta, articulista de jornais e de revistas de circulação nacional e internacional, autora de vários livros no campo do autodesenvolvimento,  apresentadora de programas em TV e rádio, e ministra  palestras e cursos transformacionais no Brasil e nos Estados Unidos.

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VOCÊ TEM MEDO DE CASAR? Entrevista para Folha Universal

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ENTREVISTA COM ELIANA BARBOSA PARA MATÉRIA DA FOLHA UNIVERSAL, PUBLICADA EM FEVEREIRO DE 2018 (JORNALISTA JANAINA MEDEIROS) 

1 – Por que algumas pessoas têm medo de se casar ou de assumir um compromisso sério com alguém? (Mulheres e homens).

Esse receio de se casar ou assumir um compromisso mais sério com alguém pode ter várias causas, dentre elas as crenças limitantes em relação a casamento, geralmente originárias de algum trauma com o casamento dos pais, e também o medo de perder a liberdade, de ter que dar satisfação dos seus passos para outra pessoa, e até egoísmo mesmo, por não querer dividir sua vida com mais ninguém.

2 – Há casos em que existe uma fobia mesmo?

 Sim, existe aquele medo incontrolável e excessivo do casamento ou do compromisso, chamado de Gamofobia, geralmente decorrente de algum trauma, e causador de grande sofrimento emocional, devido às ideias pessimistas em relação à vida a dois, também por causa da estranheza desse medo e a culpa que pode gerar na pessoa que o tem.

3 – Por que muitas pessoas que se desiludem sentimentalmente pensam em viver por muito tempo sozinhas?

Talvez pela dor da experiência negativa que passaram, muitas pessoas optam por uma vida mais solitária, o que, a meu ver, não é ruim. Depois de uma decepção amorosa é sempre bom a pessoa tomar um tempo para resgatar o seu amor próprio, aprimorar sua autoestima e autoconfiança, para que possa, em um novo momento, atrair alguém também inteiro e descomplicado. O grande erro que vejo são pessoas que sofreram desilusão no amor procurar a cura em um novo relacionamento. Isso nunca dá certo, porque ninguém deve ser remédio para o outro, ou muleta para as deficiências emocionais do outro.  É preciso estar bem para atrair alguém com quem valha a pena compartilhar a própria vida.

 4 – Ultimamente, temos visto noticias de mulheres se casando consigo mesmas, mostrando que são bem mais realizadas solteiras. Os defensores do autocasamento dizem que isso se trata de amor próprio e aceitação individuais. Elas estão camuflando, mascarando uma situação, um bem-estar que não é verdadeiro? Comente sobre isso. 

Cada caso é um caso, é impossível julgar sem conhecer as pessoas. Pode ser que haja casos de mulheres que tomam essa atitude numa forma de demonstrar que estão bem resolvidas em relação à vida solitária, ou que usem esse ritual para marcarem uma nova etapa de suas vidas. Na verdade, mesmo sem ritual, todas as mulheres e os homens deveriam se lembrar de que o seu primeiro e maior amor precisa ser por eles mesmos, com autoaceitação e disposição para serem melhores, dia a dia. Só quem se ama e se respeita de verdade é capaz de atrair amor e respeito para uma vida a dois leve e tranquila.

 5 – Muitas pessoas tem uma ideia errada do casamento como instituição?

Acredito que sim, talvez pelas crenças (aquelas “verdades”) que os pais incutiram em suas cabeças, ao longo de sua criação.  Por exemplo: Muitos homens cresceram ouvindo que casamento é prisão, e as mulheres ouviam que casamento é sacrifício. Ter esse tipo de crença leva muita gente a temer ou mesmo correr do casamento.

 6 – Algumas pessoas tem uma experiência anterior ruim na vida amorosa e aí dizem: “antes só do que mal acompanhada”. Sabemos que se o relacionamento era muito mal, abusivo, lhe prejudicava, era melhor que tivesse terminado mesmo. Porém, porque a pessoa não pode pensar da seguinte forma: “antes bem acompanhado do que mal acompanhado” e, daí, lutar para ter um bom relacionamento?

Pois é, mas para conseguir atrair para sua vida alguém que seja um bom companheiro, a pessoa precisa primeiro se sentir a sua melhor companhia, estar bem com a sua própria presença. Os fracassos e decepções nas relações acontecem, de forma geral, justamente porque as pessoas colocam mais expectativas e amor nos parceiros do que em si mesmas, em primeiro lugar. 

7 –  O que a pessoa que já passou por uma desilusão amorosa pode fazer para não sentir “medo” de se casar ou de ter um compromisso sério?

O primeiro passo é resgatar sua autoestima, aprender a se valorizar e parar de mendigar o amor dos outros. Quando a pessoa estiver se sentindo bem com ela mesma, autoconfiante, todo o medo de se comprometer irá se desfazer, porque ela sabe que merece agora ser amada e respeitada da mesma forma como ela se ama e se respeita.

8 – Como a pessoa pode parar de alimentar esse medo?

Além de trabalhar o aprimoramento de sua autoestima, eu sempre aconselho que a pessoa pare de comentar suas mazelas no amor, as decepções pelas quais passou, e comece a observar, ao seu redor, quantas uniões são felizes e duradouras, e aprenda como se comportam esses parceiros. Outra dica é usar a gratidão por antecipação, repetindo pra si mesmo, dia e noite, noite e dia: “Sou feliz e grato pelo relacionamento maravilhoso que tenho, muito obrigado!” Esta é uma boa tática para colocar a Lei da Atração em ação.

(Eliana Barbosa é psicoterapeuta, life coach, escritora e palestrante no campo do autodesenvolvimento. Contato: www.elianabarbosa.com.br e eliana@elianabarbosa.com.br )

Link da matéria (resumida), no site da Folha Universal:  https://www.universal.org/noticias/voce-tem-medo-de-casar

E, abaixo, um vídeo que gravei para complementar essa matéria, apresentado na Realidade Aumentada, para os leitores do jornal:

 

 

ATENDIMENTOS 2

A DOR COMO AMIGA – Dr. Robert Rey

 

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(Por Eliana Barbosa*)

 

Olá, olá! Como vai você?

Espero que, mesmo diante das naturais adversidades do dia-a-dia,  você esteja – cada vez mais –  trabalhando o seu interior, aprimorando seus sonhos e acreditando na vida!!!

Hoje, eu trouxe pra você a recomendação de um livro que acabei de ler,  que poderá fazer uma grande diferença em sua existência!

Gostei tanto do conteúdo, que terminei a leitura dele com pesar…

Veja este trecho que escolhi para compartilhar com você:

“Muitos me perguntam qual é o segredo do meu sucesso, e eu costumo dizer que, na verdade, foi a dor que criou um homem com tanto êxito. A vida difícil que tive na infância e as dificuldades que eu enfrentei desde quando cheguei aos Estados Unidos, até conseguir conquistar o sucesso, foram um “motor” para o meu desejo de vencer.

A dor nunca foi minha inimiga, ela acabou se mostrando uma das maiores fontes de energia para que eu lutasse por tudo o que eu sentia que precisava conquistar. De certa forma, a dor foi a minha amiga mais fiel, que me acompanhou grande parte da minha vida e me ajudou a superar todos os obstáculos.

Eu gostaria muito que você que está lendo este livro percebesse que, se o Rey conseguiu, mesmo passando por tantos problemas, você também pode e vai conseguir! Só não desista. Planeje todo o seu caminho e aguente firme todas as “pancadas” que a vida lhe der e a dor que sentir. Como faixa preta de Taekwondo, eu posso dizer com tranquilidade que, para vencer qualquer luta, não basta saber bater. Os maiores vencedores são aqueles que sabem apanhar e continuam lutando.

Não existe caminho fácil para aqueles que saem em desvantagem, como foi o meu caso. Para mim, olhando para trás, vejo que a síntese da minha vida se resume a aceitar que a dor acabou sendo a minha melhor amiga – sem ela eu nunca teria chegado aonde cheguei.”  

O livro é “Dr. REY – O BRASILEIRO QUE SE TORNOU O Dr. HOLLYWOOD”, escrito pelo próprio Dr. Robert Rey.

Lendo o livro do Dr. Robert Rey 2 - Dez de 2015

Eis aqui uma breve descrição do livro:

“Nascido em uma família desajustada, no bairro da Lapa, em São Paulo, Dr. Robert Rey teve que lutar com todas as suas forças para vencer. Foi morar com uma família cristã nos Estados Unidos, quando tinha apenas 12 anos, sofreu preconceito e, mesmo desacreditado por todos, conseguiu se formar na Universidade de Harvard, se tornar o cirurgião plástico mais famoso do mundo.

Cursou Ciências Políticas, no mesmo curso em Harvard, que foi frequentado pelos presidentes Kennedy, Clinton e Obama, entre outros líderes mundiais. Grande empreendedor, Dr. Rey criou mais de 20 linhas de produtos comercializados em mais de 120 países. Suas clínicas de estética se espalharam pelas Américas, inclusive pelo Brasil.

Sua vida é uma impressionante história de superação. A história de um garoto, cuja vida tinha tudo para dar errado e acabou se tornando uma celebridade internacional, com uma fortuna de milhões de dólares. Uma história de sucesso, do rapaz que foi o último a aprender a ler na sua classe, e acabou se formando em Harvard.

A mídia ama o “Dr. Hollywood”, que se tornou uma das pessoas mais visíveis na TV brasileira e mundial nos últimos 10 anos. Tanto sucesso fez com que o Dr. Rey se tornasse um dos médicos mais ricos do mundo, morasse em uma mansão em Beverly Hills, na Califórnia, tendo uma vida digna dos mais impressionantes filmes de Hollywood.

No livro, o “Dr. Hollywood” conta detalhes terríveis de sua vida pessoal e revela os segredos de como, saindo praticamente do nada, se tornou o mais famoso cirurgião plástico do mundo, homem de mídia conhecido em todo o planeta e um empresário de sucesso que com apenas a linha de produtos “Dr. Rey Shapeware”, faturou 100 milhões de dólares! Uma impressionante história de empreendedorismo.

Os fãs e leitores descobrirão os segredos da vida pessoal, profissional e os planos para o futuro do Dr. Robert Rey, o brasileiro que se tornou o Dr. Hollywood!”

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Eu acredito que você vai gostar também dessa fantástica história de quem decidiu sair da posição de vítima e se tornar o protagonista, o herói da sua própria vida!!!
Recomendo demais!!!

COM DR. ROBERT REY E ESPOSA HAYLEY REY

Em 15 de Julho de 2012, tive a  oportunidade de entrevistar o Dr. Robert Rey (na foto com sua esposa Hayley Rey),   no evento “Los Angeles Brazilian Film Festival – LABRFF”, em seu quinto ano,  com mostras de filmes, documentários e curtas no Academy’s Linwood Dunn Theater, em Hollywood – CA – Estados Unidos. Gravei a entrevista para o meu programa ELIANA BARBOSA E VOCÊ, na TV MUNDI e para a Revista MALU (onde assino a coluna Papo Cabeça).

                  

(*)Psicoterapeuta, life coach, palestrante, apresentadora de TV e rádio e autora de livros no campo do autodesenvolvimento. Contato: eliana@elianabarbosa.com.br 

VOCÊ CONHECE A “SÍNDROME DO SAPO FERVIDO”?

 

 

sapo fervido

 

(Por Eliana Barbosa)

Olá! Tudo bem?

Hoje quero conversar com você sobre a síndrome do “sapo fervido”. Você já ouviu falar sobre ela?

Eu desconheço o autor, mas este texto é sempre muito bom pra me deixar bem acordada para a vida… Vamos lá!

“Vários estudos biológicos provaram que um sapo colocado num recipiente com a mesma água de sua lagoa, fica estático durante todo o tempo em que aquecemos a água, até que ela ferva.

O sapo não reage ao gradual aumento da temperatura (mudanças de ambiente) e morre quando a água ferve. Inchadinho e “feliz”.

Por outro lado, outro sapo que seja jogado neste recipiente já com água fervendo, salta imediatamente para fora. Meio chamuscado, porém vivo!

Temos vários sapos fervidos por aí. Não percebem as mudanças ou acham que não tem como ficar melhor, ou  que vai passar, que é só dar um tempo! Estão prestes a morrer, porém ficam boiando estáveis e impávidos na água em que se aquecem a cada minuto.

Acabam “morrendo” inchadinhos e “felizes”, sem ter percebido as mudanças.

Sapos fervidos não percebem que além de serem eficientes (fazer as coisas) precisam ser eficazes (fazer as coisas certas).

Acordem sapos fervidos! Saiam dessa!

O mundo mudou! Pulem fora antes que a água ferva!

Precisamos estar vivos, meio chamuscados, mas vivos e prontos para agir!”

(Autor desconhecido)
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Pois é… Você viu como é importante este alerta?

Chega uma hora em que é preciso pular pra fora dessa água que queima, chutar o balde, dar um murro na mesa e dizer “BASTA”!!! Nem que seja dizer um BASTA à sua inércia, a essa mania de ficar esperando que o outro mude…

Quem tem que mudar é… VOCÊ!!!

Um grande abraço e votos de que nunca mais você se permita ferver nas águas turvas da falta de coragem de mudar!!!

Eliana Barbosa
(Psicoterapeuta, terapeuta de Florais de Bach, life coach, escritora e palestrante motivacional)

 

CLIQUE AQUI OU NA IMAGEM ABAIXO E ASSISTA A UMA IMPORTANTE ENTREVISTA BASEADA NESTE TEMA, FEITA PELO JORNALISTA LUÍS CLÁUDIO FARIA COM O PSICOTERAPEUTA CLÍNICO FERNANDO VIEIRA FILHO

FERNANDO

 

A CONFUSÃO MENTAL DOS IDOSOS

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O médico Arnaldo Lichtenstein tem algumas recomendações simples porém muito importantes para você e quem você quer bem:

“Durante as aulas de clínica médica que ministro aos estudantes do 4º ano de Medicina, a certa altura, faço a seguinte pergunta:

– Quais as causas mais comuns de confusão mental nas pessoas idosas?

Alguns tentam adivinhar: “Tumor na cabeça”.

Eu respondo: “Não”.

Outros arriscam: “Mal de Alzheimer”

Novamente, respondo: “Não”.

A cada negativa os alunos vão demonstrando espanto….

E ficam ainda mais boquiabertos quando menciono os três motivos mais comuns:

– Diabetes fora de controle;

– Infecção urinária;

 – A família foi passear e deixou o avô e a avó em casa, para não se cansarem.

Embora pareça brincadeira, não é nada disso. Como o avô e a avó não sentiram sede, não ingeriram líquidos.

Quando não há ninguém mais em casa para lembrá-los de tomar água, ou chá, ou um suquinho, eles desidratam-se rapidamente.

A desidratação pode vir a ser grave, afetando todo o organismo. Pode causar confusão mental repentina, queda de pressão arterial, aumento dos batimentos cardíacos, angina (dor no peito), coma e até o óbito.

Atenção: não é brincadeira!

O processo natural de envelhecimento faz com que, na terceira idade – que começa aos 60 anos – tenhamos pouco mais de 50% de água no organismo.

 Portanto, os idosos têm menor reserva de líquidos.

 Para complicar mais o quadro, mesmo desidratados, eles não sentem vontade de tomar água porque, muitas vezes, há certa disfunção nos seus mecanismos de equilíbrio interno.

 Conclusão:

 As pessoas idosas desidratam-se com mais facilidade não apenas porque têm menos reserva de água, mas também porque não se dão conta de que necessitam de água. Mesmo que o idoso seja saudável, a falta de líquido reduz o desempenho das reações químicas e funcionais de todo o organismo.

 Por esse motivo, aqui estão dois alertas:

 1 – O primeiro é para as pessoas idosas: Fiquem bem conscientes do hábito de tomar líquidos. Por líquido entenda-se água, chás, água-de-coco, melancia, sucos, melão, abacaxi, tangerina, gelatina, laranja, leite, sopas… O importante é, a cada duas horas, ingerir um copo ou uma xícara com líquido. Lembrem-se bem disso!

2 – O segundo alerta é endereçado aos familiares: Ofereçam com bastante frequência líquidos aos idosos. Ao mesmo tempo, prestem atenção. Caso percebam que estão rejeitando líquidos e, que, de repente, ficam confusos, irritadiços, alheios ao que se passa ao redor, cuidado!. É quase certo que sejam sintomas de desidratação.”

“Deem-lhes líquidos e procurem logo atendimento médico”.

 

(*) Arnaldo Lichtenstein, médico, é clínico-geral do Hospital das Clínicas e professor colaborador do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).

Este artigo é de utilidade pública. Por favor, compartilhe com as pessoas que você conhece!

 Fonte: Fazbemasaúde

 

 

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PERDÃO – O ALICERCE DO SUCESSO

perdão

(Autoria de Eliana Barbosa)

A cada dia que passa, mais compreendo o quanto o perdão é um sentimento libertador.

Todos nós vivemos em busca do sucesso, seja em que área for, e até já sabemos que um dos ingredientes principais para uma vida bem sucedida é a autoestima. Porém, poucas pessoas atentam para a  importância do perdão e também do autoperdão na conquista da vitória, quer pessoal, quer profissional.

A capacidade de perdoar deve ser encarada não só como uma prova de fé e amor, mas, também, como uma prova de inteligência, porque o perdão é capaz de aliviá-lo do peso insuportável do ódio, que não permite que você cresça e prospere na vida.

Eu penso que todos os atendimentos psicoterápicos deveriam ter como base o perdão, porque as neuroses, as doenças, a depressão, os suicídios e todas as misérias materiais ou morais estão intimamente ligados ao ódio que ainda habita o coração da Humanidade.

Sentir ódio é delegar poder àquele que você odeia. O outro passa a mandar na sua vida, ganha a força de manipular os seus passos, porque você fica preso às lembranças desagradáveis do passado e a energia negativa e pesada do rancor não permite que você consiga planejar e realizar os seus sonhos.

Você se torna um escravo do ódio e, pior ainda quando passa a alimentar desejos de vingança. É impossível ao Universo apoiar quem nutre dentro de si pensamentos negros de revolta e revanche.

 Analisando a palavra “mágoa”, percebemos que ela nada mais é do que a palavra “ódio” debaixo de uma maquiagem sutil. E só sentimos ódio de quem, um dia, amamos muito e nos decepcionou, em algum momento.

 Diante disso, procure praticar o autoconhecimento para pesquisar dentro de si este sentimento tão destrutivo – o ódio -,  sem medo de encontrá-lo, muitas vezes, direcionado aos seus pais ou àqueles ligados à sua criação. É preciso encarar com realismo que são as pessoas mais próximas a nós que podem nos causar mais danos, porque nelas depositamos a nossa confiança plena e, muitas vezes, não somos correspondidos.

Então, depois de encarar os seus ódios, com coragem, e entender que as doenças e até as dificuldades financeiras são produto da falta de perdão, o próximo e principal passo é começar a perdoar, praticando exercícios simples que, porém, necessitam da sua persistência, porque “feridas abertas” costumam sangrar, de vez em quando.

Eu vou ensinar, aqui, uma técnica que aprendi, alguns anos atrás, que ensino em meus atendimentos, e é fantástica e transformadora: Durante 21 dias (sem interrupção), escreva em um papel 30 vezes, a cada dia, buscando penetrar em um positivo estado emocional, a seguinte declaração: “Eu declaro que me perdôo e perdôo …(coloque aqui o nome de quem você tem ressentimentos)”.

No começo, você pode sentir dificuldades até de escrever o nome da outra pessoa, tamanho é o poder que ela exerce sobre você, mas com o passar dos dias, você irá se sentir mais confiante e começará a perceber que novas oportunidades surgirão em sua vida, novas amizades construtivas e uma alegria que há muito não sentia. É a prova da libertação que está começando a envolver a sua vida, o seu trabalho e os seus caminhos.

E, a partir daí, com a firme intenção de fortalecer o sentimento de perdão, aprimore o seu gosto pelas leituras positivas, porque um bom livro é uma arma abençoada que você pode usar para enfrentar seus medos, rancores, culpas, enfim, para superar os desafios do mundo e vencer!

Obs. 1: Se você, no processo de 21 dias pular algum dia, se esquecer, por exemplo, você deve iniciar a terapia do perdão desde o primeiro dia, de novo.

Obs. 2: Ao terminar os 21 dias, você vai ler pela última vez as suas declarações, vai respirar fundo e rasgar todos os papeis escritos, queimá-los e jogar as cinzas… Sabe onde??? No vaso sanitário, lugar perfeito para você eliminar, de uma vez por todas, esse lixo emocional que vem há tanto tempo intoxicando sua vida!

Abraços e felicidades,

Eliana

(Psicoterapeuta, coach de relacionamentos, escritora e palestrante no campo do autodesenvolvimento, e apresentadora em TV e rádio) 

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