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O QUE SÃO CRENÇAS LIMITANTES (e Como Resolvê-las)?

 

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(Autoria de Juan O’Keeffe)

Imagine que você queira aprender a tocar violão.

Você adora música e sempre sonhou saber tocar violão. Mas quando era criança achava que não sabia desenhar tão bem quanto os colegas de aula.

Então você cresce achando que não têm talento artístico.

Aí quando você pensa em aprender violão vêm aquela voz interior e diz “Não tenho talento artístico. Melhor nem tentar.”.

Então você desiste de tentar aprender porque acha que não vai conseguir.

Essa é uma crença limitante.

Crença limitante é algo em que você acredita e que limita você de alguma forma.

Alguns exemplos:
• Não sou bom em matemática por isso não posso fazer faculdade de engenharia.
• Nunca vou emagrecer porque não tenho disciplina para manter a dieta e praticar exercícios.
• Tenho que casar com alguém da mesma religião pois minha família não aceitaria uma pessoa de outra.
• Não sou um técnico de eletrônica bom o suficiente para ganhar dinheiro com isso.
• Posso me dar mal se mudar de emprego.
• Não posso ser advogado pois minha família quer que eu seja um médico.
• Mulheres só têm interesse em homens com muito dinheiro.
• Devo trabalhar aqui pois não conseguiria emprego em outro lugar.
• Não sou tão bom quanto eles para entrar nessa disputa.
• Devo continuar no casamento para manter as aparências.
• Não posso viajar de avião pois é muito perigoso.

Algumas clássicas:
• Não tenho as qualificações necessárias.
• É tarde demais.
• Não sei por onde começar.
• Já tenho responsabilidades demais.
• Nunca funcionou antes.
• Sempre chego tarde demais.
• Não tenho conhecimento suficiente.
• Estou muito fora de forma.
• A vida é muito complicada.

As crenças limitantes são uma espécie de desculpa para não fazer o que você realmente gostaria de fazer. Elas nos mantém na nossa zona de conforto e segurança. Isso pode limitar muito o seu desenvolvimento pessoal e conquista dos seus objetivos.

Uma coisa importante de perceber é que muitas vezes essas crenças limitantes são coisas da nossa cabeça que não condizem de fato com a realidade. Existem apenas pois você está dizendo a si mesmo que aquilo é uma realidade.

Mudando o pensamento, você pode mudar também.

Alimentar a crença de que mulheres só têm interesse em homens com muito dinheiro é apenas uma forma de você arrumar uma desculpa a si mesmo para não procurar uma mulher. Obviamente existem muitas mulheres com homens com pouco dinheiro por aí.

Agora tente lembrar da última vez que você queria alguma coisa e não conseguiu. Muito possivelmente foi uma crença limitante que parou você.

Se você parar para pensar, perceberá que muitas das dificuldades e frustrações da vida são derivadas das nossas crenças limitantes.

Por isso, se você quer atingir seus objetivos, livre-se das crenças limitantes que não fazem sentido. Libertando-se delas abrimos espaço para seguir adiante no caminho da vida.

No meu caso, uma crença limitante que tenho é que não me acho bom em design gráfico. Como então posso ter um website? É simples. Encontro uma alternativa e dou um jeito.

Por isso, quando preciso de um trabalho de design (por exemplo, criação de um logotipo) terceirizo o serviço. Mas de uns tempos pra cá tenho arriscado um pouco mais e quando são coisas mais simples, por exemplo, editar uma imagem, colocar texto numa foto ou algo assim, já tenho tomado mais coragem e vou em frente e eu mesmo faço.

As próprias fotos do meu site sou eu que pesquiso, escolho e faço edições simples quando necessário. Ainda tenho a crença de que não sou muito bom nessa questão de design, mas não deixei que isso fosse empecilho para eu criar meu site e fazer o que preciso fazer.

Observe também se você utiliza de afirmações permanentes. Dizer algo como “Eu não sou bom o suficiente” não deixa espaço para você melhorar. Você está dizendo a si mesmo que não é agora e não será no futuro.

Ou seja, você está desistindo ali mesmo. Em vez disso dizer algo como “Ainda não cheguei lá mas estou aprendendo” levará você muito mais longe.

Por quê temos crenças limitantes?

Existem diferentes fontes de crenças limitantes. Alguns exemplos:

Experiências
Vamos supor que você tenha criado um negócio que não deu certo. Talvez dessa experiência surja uma crença limitante dizendo que você não conseguirá criar um novo negócio que dê certo pois já tentou uma vez e deu errado.

Lógica equivocada
Muitas vezes é uma questão de lógica equivocada. No próprio exemplo acima, não quer dizer que o fato do primeiro negócio que você tentou deu errado que os outros também vão dar.

Como diria Thomas Edison, “Eu não falhei. Apenas tentei 10.000 maneiras que não funcionam”.

Desculpa
Pode ser que no fundo você não queira realmente ir em frente. Então fica arrumando desculpas a si mesmo. Por exemplo, você pode dizer que não têm disciplina para fazer uma dieta e emagrecer. No fundo pode ser que você realmente não queira ficar longe do que gosta de comer.

Medo
medo é sem dúvida bastante limitante. Vamos dizer que você tenha medo de avião adotando a crença de que andar de avião é perigoso. Na verdade é sabido que avião é o meio de transporte mais seguro que existe. Mas isso acaba não sendo o mais importante na decisão.

Círculo social
Família, amigos, colegas e as pessoas que de forma geral fazem parte do seu dia a dia podem ser uma fonte de crenças limitantes para você.

Digamos que um colega seu relate uma experiência em que passou mal após comer sushi e que isso aconteceu pois é feito com carne crua.

Você pode desenvolver uma crença limitante de que comer sushi faz mal pra saúde impedindo você de desfrutar dessa culinária.

Religião
A religião é famosa por doutrinar às pessoas gerando diversas crenças limitantes. Possuem até um termo específico para isso “pecado”.

Para um gay não assumido ouvir do padre da sua Igreja que ser gay é pecado pode ser um grande limitador para assumir sua homosexualidade.

Sociedade
Padrões de beleza é um dos exemplos de coisas que podem se tornar uma crença limitante para as pessoas.

Uma jovem bonita pode achar criar uma crença de que nunca conseguirá um namorado pois não segue os padrões de beleza adotados pela sociedade.

Crença vs fatos

Crenças não necessariamente são fatos. Muitas vezes não existe correlação entre crença e realidade. Aí é que encontra-se a oportunidade.

Se você acredita que é tarde demais, pode ser que não seja. Essa é a sua chance.

A crença limitante não têm embasamento. É apenas uma crença errada. Livrar-se dela é algo benéfico. Diferente de fatos. Esses são reais e contra esses não há nada que se possa fazer. O segredo é saber diferenciar entre os dois.

Claro, eventualmente a crença pode ter fundamento. Vamos dizer que você acredita que não é possível aprender falar inglês fluentemente em apenas uma semana. Se você pensa isso, concordo com você.

Pode aprender algumas palavras, algumas frases. Até mesmo engajar num pequeno diálogo. Mas fluentemente certamente não vai conseguir.

Ou se você tem ambição de virar jogador de basquete profissional mas têm um metro e meio de altura realmente eu diria que as chances são pequenas.

Mas mesmo assim não é impossível. Muggsy Bogues é uma prova disso. Com apenas 1,60 m chegou à NBA, a liga de basquete profissional norte-americana [1]. Lembre-se sempre do que disse Nelson Mandela, “Sempre parece impossível. Até que seja feito.”.

Mas esses são casos extremos. Muitas vezes temos crenças limitantes sobre coisas muito mais próximas do nosso alcance de serem realizadas.

O segredo está em saber diferenciar o que é simplesmente uma crença que pode ser superada do que é uma realidade que não têm como ser mudada.

A maior parte das coisas que você quer alcançar pode ser alcançada. Você só precisa sair da frente do seu próprio caminho.

Como descobrir suas crenças limitantes?

Para descobrir suas crenças limitantes pense sobre algo que você gostaria de fazer e não faz. Então procure a justificativa que você encontra para não fazer. Essa justificativa geralmente está no “porque” da frase.

Por exemplo, vamos dizer que você diga “Não posso conseguir um bom emprego porque não tenho curso superior.”; “Não posso tomar a iniciativa porque isso é o homem que deve fazer.”; “Não posso ter um negócio próprio porque a economia está ruim.”

Assim que você encontra uma justificativa para não fazer algo, você não irá fazê-lo.

Como superar crenças limitantes?

1) Identifique uma das suas crenças limitantes

Pense no que você gostaria de fazer e porquê não está fazendo. O que está impedindo?

Tome nota da sua crença limitante.

2) Reconheça que é apenas uma crença

Reconheça que a sua crença pode não passar de uma crença que não é verdade.

3) Conteste a sua própria crença.

Questione a sua crença levantando questões como estas:

• Essa crença realmente têm fundamento? Quais são os fatos que comprovam?
• Eu sempre pensei dessa forma? Se não, o que mudou?
• Existem evidências contrárias à minha crença?
• As outras pessoas concordam com essa crença?
• Como seria pensar exatamente no oposto dessa crença?
• Essa crença está me ajudando a progredir nos meus objetivos?
• Como eu pensaria sobre essa crença se eu fosse outra pessoa (Einstein, Steve Jobs, um empresário, um médico etc…)

Muitas dessas questões podem parecer estranhas, mas ajudam você a ampliar sua perspectiva sobre o assunto. Exercitam o pensamento “fora da caixa”.

Ao argumentar contra o seu próprio pensamento inicial muitas vezes você pode perceber que não é bem como você estava pensando levando você a mudar o paradigma para algo mais positivo e encorajador:

“Conheço o fulano de tal que têm um excelente emprego e não têm curso superior. Se ele pode também posso.”; “Tenho uma amiga que tomou a iniciativa no relacionamento e está namorando com o cara até hoje.”; “Têm muitas empresas que abrem negócios quando a economia está ruim e sucedem.”

4) Perceba as consequências

Quais são as consequências de se agarrar à sua crença limitante? Se agarrar a crença de que você não é capaz de passar num concurso público porque falhou na sua primeira tentativa pode privar você de passar no futuro e ter uma vida melhor.

5) Adote uma nova crença

Escolha algo novo em que acreditar. Algo que irá ajudar a melhorar a sua vida. Pode não ser fácil essa transição.

Dependendo do tempo que você pensou e viveu àquilo que levou você a crer no que crê pode ter criado um vínculo emocional muito grande e enraizado a crença com muita força.

Mas se você quer ir em frente e mudar precisará ter força e coragem de fazer essa mudança de pensamento e adotar a nova crença.

6) Coloque em prática

Tome uma atitude e comece a implementar coisas que suportem a sua nova crença. Vamos dizer que você tinha uma crença limitante que dizia “Sou velho demais para iniciar a praticar exercícios”. Depois de passar pelos passos anteriores você resolveu adotar uma nova crença “Nunca é tarde para começar”. Então hoje mesmo sai para dar uma caminhadinha de 15 minutos para começar a prática de exercícios e criar o hábito a partir daí.

Enfim, o mais importante é entender que as crenças limitantes fazem com que você viva abaixo do seu potencial, mas essas crenças podem ser mudadas. Reformatar o seu pensamento pode resultar em conquistas magníficas para sua vida.

Grande abraço!
Juan O’Keeffe

Fonte: https://www.evolucaopessoal.com.br/o-que-sao-crencas-limitantes

 

 

ATENDIMENTOS 2

AUTOCONHECIMENTO É FUNDAMENTAL

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(Autoria de Eliana Barbosa*)

Na busca pelo sucesso e pela felicidade, é preciso lembrar que as realizações só começam a acontecer quando você assume o controle efetivo de sua vida.

E para você conseguir ser um verdadeiro líder de si mesmo, um dos recursos mais preciosos é o AUTOCONHECIMENTO –  dar um mergulho nas profundezas do seu ser e voltar à tona consciente de quem realmente você é,  sem desculpas ou falsas aparências.

É importante vencer o medo de encarar o seu próprio “eu” e de se expor para si mesmo, além do temor da responsabilidade de ter que mudar.

Então,  pensando no seu crescimento, lanço agora um grande desafio para você:

Coloque-se cara a cara com esse alguém tão maravilhoso – VOCÊ, e permita-se se conhecer melhor.

Todas as noites, utilize seu momento de dormir para um saudável “olhar interior”:

  • Faça uma análise do quanto você contribuiu e do quanto você custou para a vida nessas últimas 24 horas. Se você custou mais do que contribuiu, então você precisa mudar para melhor.
  • Valorize-se por suas conquistas e seja grato ao apoio que você recebe todos os dias, quer seja do Universo, ou de ombros amigos.
  • Faça um compromisso consigo mesmo de se melhorar dia a dia, pensando positivamente, vivendo emoções construtivas e agindo no sentido de crescer e de ser instrumento para o crescimento daqueles que o cercam.
  • Descubra a sua luz interior e tenha coragem para se deparar com seu lado ainda Somente quando você assumir suas virtudes e limitações é que terá total controle de sua vida e do que você pode transformar.

Chegou a hora: marque um encontro consigo mesmo, comemore suas conquistas, aceite suas fraquezas e, definitivamente, pare de correr dessa pessoa tão especial que é… VOCÊ!

(Eliana Barbosa é life coach, psicoterapeuta, articulista de jornais e de revistas de circulação nacional e internacional, autora de vários livros no campo do autodesenvolvimento,  apresentadora de programas em TV e rádio, e ministra  palestras e cursos transformacionais no Brasil e nos Estados Unidos. Contato: eliana@elianabarbosa.com.br)

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Clique para saber sobre meus ATENDIMENTOS

DIGA MAIS “SIM” PRA VOCÊ

 

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(Autoria de Eliana Barbosa*)

 

Em minhas atividades profissionais, onde trabalho nas pessoas o despertar de sua automotivação aliada à transformação, um dos aspectos da vida humana que mais enfatizo é o cultivo da autoestima – elemento primordial no caminho das realizações e da felicidade.

De posse de uma saudável autoestima, você se sente mais livre para ser você mesmo, para ser sincero consigo próprio, sem medo de se desviar para o caminho do egoísmo.

Eis, a seguir,  4 SINAIS de que você está PRECISANDO APRIMORAR SUA AUTOESTIMA:

Dificuldade em dizer “não” para os outros, pois sente culpa e medo de perder a aprovação e o amor de quem o rodeia.

– Por outro lado, você se abandona, anula seus desejos, não consegue dizer “sim” para quem você deve amar e apreciar em primeiro lugar: VOCÊ!

Fica tentando agradar aos outros o tempo todo, esforçando-se para ser “legal” com pai, mãe, irmão, amigos, colegas de trabalho.  O ator Reynaldo Gianecchini, certa vez em uma entrevista na TV, depois de superar e se curar de um câncer muito raro, respondeu que uma grande lição que ele aprendeu com a doença foi: “Deixei de ser fofo!” Entenda… Pensar que você vai agradar a todo mundo é o caminho mais curto para a decepção!

– E o último sinal de que sua autoestima não está boa é ter medo de ouvir “não” dos outros. Neste caso, muitos se anulam e passam a vida em branco, ao invés de ousar uma solicitação e ouvir como resposta um “sim” libertador, ou, na pior das hipóteses, um “não”, que nada mudará a situação atual. Por receio de receber um “não”, as pessoas não se arriscam…

Por isso, atenção: Chegou a hora de você se conhecer melhor e identificar dentro de si tudo aquilo que está bloqueando seu crescimento.

Chegou a sua vez de se agradar, de dizer “sim” para suas vontades, de se amar apaixonadamente e de se cuidar muito mais. Afinal, uma pessoa tão especial como você só merece o melhor!

E finalizando esta reflexão, uma singela história de autor desconhecido, sobre o medo de desagradar aos outros,  que pode significar para você uma preciosa lição:

“Um casal de idosos comemora suas Bodas de Ouro após longos anos de matrimônio.

Enquanto tomavam juntos o café da manhã a esposa pensou: ‘Por cinquenta anos tenho sempre sido atenciosa para com meu esposo e sempre lhe dei a parte crocante de cima do pão. Hoje desejo, finalmente, degustar eu mesma essa gostosura.’

Ela espalhou manteiga na parte de cima do pão e deu ao marido a outra metade.

Ao contrário do que ela esperava, ele ficou muito satisfeito, beijou sua mão e disse: ‘Minha querida, você acaba de me dar a maior alegria do dia. Por mais de cinquenta anos eu não comi a parte de baixo do pão, que é minha preferida. Sempre pensei que era você que deveria tê-la, já que tanto a aprecia.’”

(*Eliana Barbosa é life coach, psicoterapeuta, articulista de jornais e de revistas de circulação nacional e internacional, autora de vários livros no campo do autodesenvolvimento,  apresentadora de programas em TV e rádio, e ministra  palestras e cursos transformacionais no Brasil e nos Estados Unidos. Contato: eliana@elianabarbosa.com.br)

ATENDIMENTOS 2

BONDADE DEMAIS PODE ESCONDER PROBLEMA COM A AUTOESTIMA

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ELIANA BARBOSA CONCEDE ENTREVISTA À JORNALISTA HELOÍSA JUNQUEIRA DE NORONHA – UOL COMPORTAMENTO, EM 25-03-2011

 

PERGUNTA: Quem é boazinha demais pode ter, na verdade, baixa autoestima (um medo intenso de desagradar o outro)? 

Sim, a pessoa sempre disponível para os outros, a boazinha, não tem uma autoestima  boa, porque ela teme desagradar os outros.  É deste comportamento inseguro, de querer agradar todo mundo, de ter medo de dizer “não” quando é preciso, que nascem as nossas decepções com a família, com os amigos ou com os companheiros de trabalho.

Quem é boazinha ou disponível demais tem dificuldade para dizer não? Isso pode vir da infância? Como? 

Sim, a pessoa boazinha ou disponível demais tem uma enorme dificuldade de dizer “não”, sem culpas, por medo da rejeição, do abandono, ou mesmo da crítica,  e todo esse medo e baixa autoestima tiveram sua origem na infância, quando a criança fazia algo errado, levava bronca, apanhava e enfrentava a cara feia da mãe por muito tempo. Essas limitações – medo da crítica e da rejeição, e baixa autoestima –  continuam influenciando a vida da pessoa mesmo na idade adulta por causa de sua carência de afeto.

Como vencer o medo de dizer não? 

A única forma da pessoa vencer o medo de dizer “não” para os outros é tomar a decisão de resgatar sua autoestima, e, nesse processo, começar a exercitar dizer mais “sim” para si mesma.  Ela precisa aprender a sair da passividade, onde dizia “Sim” para todo mundo, mas, precisa ter cuidado com a agressividade. O que vai lhe trazer equilíbrio na vida e fazer com que seja respeitada pelos outros é a assertividade, ou seja, dizer “não” com elegância, sem ofender, mas sem se sentir culpada. Vou repetir: Sair da PASSIVIDADE, tomar cuidado para não cair na  AGRESSIVIDADE e se fixar na ASSERTIVIDADE!

Eu sugiro um exercício para a pessoa que quer treinar dizer “não”: se houver perto dela alguém que anda abusando de sua boa vontade, que procure durante uma semana, para tudo o que esse alguém lhe pedir, dizer como resposta um “não”, bastante assertivo. Por exemplo: “Desculpe, hoje não dá!”, “Que pena, não vai dar para fazer!”, “Sinto muito, quem sabe amanhã…”,  “Humm, estou tão atrasada, preciso sair agora!”, e assim por diante. A pessoa que se sente “abusada” vai perceber que, no final dessa semana, vai se sentir muito mais autoconfiante e vai notar que dizer “não” não é algo tão difícil assim!

E mais, dizer “não” para as pessoas é também um teste para saber quem realmente gosta dela e respeita os seus sentimentos. Se o outro não aceitar a sua resposta negativa ou romper com ela por causa disso, é sinal que ela merece companhia melhor!

Quem se coloca sempre disponível ao outro também pode, inconscientemente, ter medo de assumir as rédeas da própria vida? Por que isso acontece? 

Acredito que sim, pode até ser uma forma inconsciente da pessoa fugir dos próprios problemas, querendo assumir os dos outros. Mas acredito também que são pessoas carentes afetivamente que ficam agradando os outros numa forma inconsciente de serem agradadas também, porém, o que recebem em troca, infelizmente, é a ingratidão, porque geralmente as pessoas não dão valor em que não se valoriza primeiro.

A pessoa disponível, boazinha, que passa sua vida levando todo mundo nas “costas”, precisa estar preparada,  porque quando der uma fraquejada, os outros acostumados a abusar dela vão reclamar, fazer cara feia, vão criticá-la. E sabe de quem é a culpa por isso? Somente dela, que não soube colocar limites nos outros, pois vive com medo de desagradar. É como se na testa dela estivesse escrito assim: “pode pedir, pode abusar, que eu faço tudo pelos outros. Eu gosto de ajudar todo mundo!” O problema é que ninguém valoriza o “bonzinho”!

E o bonzinho é aquele que por não saber dizer “não” quando necessário, costuma engolir muitos “sapos” – um prato altamente indigesto. Dessa forma, vemos muitos bonzinhos obesos, e outros com problemas estomacais tais como gastrites, úlceras, etc, porque não conseguem digerir suas “refeições” diárias. Ou então, vão guardando essa vontade de dizer “não” dentro deles e vão vivendo como verdadeiras “panelas de pressão”, em que, quando menos se espera, explodem com pessoas que não tem a menor culpa da raiva que estão sentindo por dentro.

E, para complementar,  a respeito do perfil dos “bonzinhos”, eles confundem ajudar com apoiar.

Ajudar é bem diferente de apoiar. Ajudar é você fazer pelo outro, o que acredito que não é bom, porque você tira a chance do outro de crescer e sentir-se capaz; apoiar, entretanto, é você dar força para que o outro consiga realizar o seu trabalho, é fazer com ele, mostrando-lhe que é capaz de conseguir alcançar os seus objetivos.

Eu, pessoalmente, acredito que devemos praticar a ajuda só a nós mesmos – a autoajuda; em compensação, não nos faltam oportunidades para praticarmos o apoio, a colaboração ou a solidariedade com os outros e, aí sim, devemos ser abertos para servirmos ao mundo em que vivemos.

Como assumir o controle da própria vida e equilibrar as próprias necessidades com a dos outros? 

  • O primeiro passo é estar bem com a gente mesmo, autoconfiante, sabendo lidar bem com os “nãos da vida”, ou seja, saber dizer “não” quando necessário, sem culpas, e não ter medo de ouvir “não” dos outros – não ter medo de solicitar as coisas e nem temer as críticas.
  • Parar de esperar reconhecimento e respeito dos outros – reconheça-se e respeite-se primeiro.
  • Seja bom, humano, justo, solidário, generoso e caridoso com todos, mas uma pessoa “boazinha” somente com você mesmo! Mostre os seus limites!
  • E se você quer ser feliz e bem sucedido na vida, esteja sempre disponível para perdoar!

Por que as mulheres costumam apresentar mais esse tipo de comportamento? 

Esse comportamento é mais perceptível nas mulheres por uma questão cultural mesmo. Desde a infância, nós, mulheres, somos “treinadas” para sermos certinhas, boazinhas, bonitinhas. Temos que agradar todo mundo, ou então não somos boas meninas. Isso fica tão arraigado no inconsciente das mulheres, que, na vida adulta, cada “não” que elas dizem vem carregado de uma culpa que elas mesmas não sabem explicar.

Por isso, a importância do autoconhecimento na vida das pessoas!!!

(*Eliana Barbosa é psicoterapeuta, coach de relacionamentos, terapeuta de Florais de Bach, escritora e palestrante)

E se esta entrevista foi importante para te alertar sobre certos enganos a respeito da sua autoestima, eu aproveito pra te convidar:
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VOCÊ CONHECE A “SÍNDROME DO SAPO FERVIDO”?

 

 

sapo fervido

 

(Por Eliana Barbosa)

Olá! Tudo bem?

Hoje quero conversar com você sobre a síndrome do “sapo fervido”. Você já ouviu falar sobre ela?

Eu desconheço o autor, mas este texto é sempre muito bom pra me deixar bem acordada para a vida… Vamos lá!

“Vários estudos biológicos provaram que um sapo colocado num recipiente com a mesma água de sua lagoa, fica estático durante todo o tempo em que aquecemos a água, até que ela ferva.

O sapo não reage ao gradual aumento da temperatura (mudanças de ambiente) e morre quando a água ferve. Inchadinho e “feliz”.

Por outro lado, outro sapo que seja jogado neste recipiente já com água fervendo, salta imediatamente para fora. Meio chamuscado, porém vivo!

Temos vários sapos fervidos por aí. Não percebem as mudanças ou acham que não tem como ficar melhor, ou  que vai passar, que é só dar um tempo! Estão prestes a morrer, porém ficam boiando estáveis e impávidos na água em que se aquecem a cada minuto.

Acabam “morrendo” inchadinhos e “felizes”, sem ter percebido as mudanças.

Sapos fervidos não percebem que além de serem eficientes (fazer as coisas) precisam ser eficazes (fazer as coisas certas).

Acordem sapos fervidos! Saiam dessa!

O mundo mudou! Pulem fora antes que a água ferva!

Precisamos estar vivos, meio chamuscados, mas vivos e prontos para agir!”

(Autor desconhecido)
——

Pois é… Você viu como é importante este alerta?

Chega uma hora em que é preciso pular pra fora dessa água que queima, chutar o balde, dar um murro na mesa e dizer “BASTA”!!! Nem que seja dizer um BASTA à sua inércia, a essa mania de ficar esperando que o outro mude…

Quem tem que mudar é… VOCÊ!!!

Um grande abraço e votos de que nunca mais você se permita ferver nas águas turvas da falta de coragem de mudar!!!

Eliana Barbosa
(Psicoterapeuta, terapeuta de Florais de Bach, life coach, escritora e palestrante motivacional)

 

CLIQUE AQUI OU NA IMAGEM ABAIXO E ASSISTA A UMA IMPORTANTE ENTREVISTA BASEADA NESTE TEMA, FEITA PELO JORNALISTA LUÍS CLÁUDIO FARIA COM O PSICOTERAPEUTA CLÍNICO FERNANDO VIEIRA FILHO

FERNANDO

 

PRECISANDO DE UM DETOX MENTAL?

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(Autoria de Eliana Barbosa)*

Sabendo que pensamentos, sentimentos e emoções interferem em nossa saúde física, que tal fazermos uma autoanálise e nos livrarmos das “toxinas internas” que geram doenças e infelicidade?

Vou mostrar, aqui, 7 passos para um “detox mental” – uma verdadeira faxina em seus pensamentos e emoções, que vai lhe garantir bom humor, saúde e qualidade de vida:

  • Abaixo aos pensamentos negativos – Aprenda a bloquear cada ideia pessimista, triste e de preocupação. Substitua, no mesmo instante, por uma visualização positiva e alegre, envolvendo aquilo que você pensou. Ex.: Se estiver apreensiva com a febre de seu bebê, pense nele alegre e saudável.
  • Não acredite em pessoas críticas, que destroem sua autoestima, tentando apagar o brilho dos seus olhos e tirar o sorriso de seus lábios. Se tiver que conviver com elas, então aprenda a se proteger para que o veneno delas não o afete.
  • Combata o medo do futuro, que o deixa ansioso, perturba seu sono e traz insegurança e aflição para seus dias. Medo é falta de fé, portanto, fortaleça seus elos com Deus e confie!
  • Nada de ficar dramatizando sua vida, sentindo-se uma vítima, um “coitadinho”. Admita seus problemas, e, sem lamúrias, assuma o papel de senhor de seu destino, autor de sua história. Tenha sempre em mente um “plano B”, e não perca o foco daquilo que quer conquistar.
  • Decida se livrar do ácido ressentimento, que corrói a sua alma. Abandone a ideia de que o passado poderia ter sido diferente e siga em frente, sem mágoas e culpas.
    Não existe desintoxicação melhor do que o perdão!
  • Pare de sofrer com a ingratidão dos outros. Faça o bem pelo prazer de ser generoso, mas não se iluda esperando reconhecimento.
  • E, daqui para frente, aprimore seu autoamor, para não precisar mendigar carinho e atenção dos outros. Quando sua autoestima estiver bem, você se tornará um imã para relacionamentos felizes.

Pense nisso com carinho e permita-se viver melhor!!!

(*Psicoterapeuta, coach de relacionamentos, escritora e palestrante no campo do autodesenvolvimento, e apresentadora em TV e rádio) 

 

Aproveito para convidar VOCÊ para o Curso CURA DOS SENTIMENTOS, onde você vai aprender a dominar sua mente, seus pensamentos e sentimentos para conquistar mais saúde física, mental, emocional, relacional e financeira.

 

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