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COMO FAZER O AMOR DURAR

(Autoria de Eliana Barbosa)*

Em minhas palestras para casais e até mesmo em meus atendimentos, um dos temas abordados é sobre como fazer o amor durar.

Então, hoje, eu trouxe algumas dicas para você manter a conexão emocional com seu parceiro ou parceira, garantindo, assim, mais harmonia na vida a dois:

  • Entenda que escolha amorosa madura não é aquela em que você vê no outro aquilo que lhe falta, e o sente como um complemento de si próprio. Por exemplo: Muitas mulheres se casam para fugir da tirania dos pais, outras para serem mães, algumas fugindo da solidão, e com esse descompasso de interesses entre os parceiros, a tendência é de que essas relações não resistam às pressões do dia a dia.
  • As melhores uniões, no campo afetivo, são aquelas em que você, inteiro, encontra outro “inteiro” para compartilhar com você a vida, as alegrias e as naturais tristezas… Sem usar a outra pessoa como muleta ou remédio para suas fraquezas.
  • Só o amor não basta! Sim, ele é fundamental para a sobrevivência de uma relação, mas se não for cultivado com carinhos, mimos, respeito, lealdade e diálogo, o amor pode se transformar em decepções e mágoas.
  • Uma forma incrível de se conectar com seu parceiro, e manter esse vínculo, é a aprovação, através de elogios – palavras amorosas e sinceras que o façam se sentir valorizado e importante. Para o homem, o reconhecimento de uma mulher vale ouro! Por isso, quando não encontra apreciação em casa, acaba descobrindo lá fora… E para nós, mulheres, a mesma coisa!
  • Outra dica: Não abra mão de seus desejos e sonhos para agradar a quem quer que seja. Os homens não valorizam as parceiras que agem como se fossem suas mães – eles aproveitam as vantagens, mas irão se interessar mesmo por aquelas mulheres independentes emocionalmente, que não precisam agradar o tempo todo para se sentir amadas.
  • E, finalizando: Ao estarem juntos, onde for, mantenham o contato visual, mesmo nas conversas mais banais. E, assim, olhos nos olhos, aproveitem para demonstrar carinho, admiração, desejo e amor!

 

(Eliana Barbosa é life coach, psicoterapeuta, articulista de jornais e de revistas de circulação nacional e internacional, autora de vários livros no campo do autodesenvolvimento,  apresentadora de programas em TV e rádio, e ministra  palestras e cursos transformacionais no Brasil e nos Estados Unidos. Contato: eliana@elianabarbosa.com.br ou (34) 99972-4053)

 

 

AMOR OU DEPENDÊNCIA EMOCIONAL?

 

 

(Autoria de Eliana Barbosa)*

Será que, em seus relacionamentos, há amor ou dependência emocional?

Este é um conflito interior vivido por muitas pessoas, em especial pelas mulheres – apegam-se a qualquer um, querem ser “mãezonas”, aceitam tudo para não perder a atenção e o apoio daqueles com quem convivem e, muitas vezes, se submetem até aos abusos verbais e físicos para não ficarem sozinhas. Isso não é amor!

A dependência emocional ou Transtorno da Personalidade Dependente é um padrão de comportamento  submisso, relacionado a uma necessidade excessiva de proteção e cuidados.

É típico das pessoas “boazinhas”, incapazes de dizer “não” àquilo que  discordam, temendo ser desaprovadas. Aceitação e reconhecimento são importantes para o dependente emocional, porque, sem autoconfiança e autoestima, ele não acredita em seu valor.

Ele tem dificuldade em tomar decisões e tendência em responsabilizar os outros por tudo. Não entende o quanto é especial, e acaba vítima de uniões ou amizades tóxicas, pois precisa ter alguém ao seu lado para se sentir completo.

Sua carência afetiva e insegurança se originaram de uma infância de rejeição, negligência ou abandono, ou mesmo de pais que não admitiam erros e exigiam perfeição.

Essa dependência em relação às pessoas é tão destrutiva quanto a dependência de drogas ou álcool, de sexo, ou compulsão alimentar.

Quem vive a dependência emocional sente que “antes mal acompanhado do que só”, o que é uma lástima para a própria autoestima.

E, neste processo de anulação de sua vida para garantir a companhia de um parceiro, dos filhos ou dos amigos, o dependente emocional, sem perceber, vai se tornando depressivo e decepcionado porque, apesar de se doar tanto, geralmente só recebe ingratidão, críticas e menosprezo.

Então, para sair desse círculo vicioso de “dar amor imaturo e receber desprezo”, e se libertar dessa dependência, fortalecendo sua autoestima, costumo recomendar a Psicoterapia – que vai trabalhar o autoconhecimento, resgate da autoestima e mudanças de comportamento – associada aos Remédios Florais do Dr. Bach – que irão harmonizar suas emoções.

E, finalmente, que abra seu imenso coração para si mesmo, aprimore seu amor-próprio e, de forma madura, ame os outros sem apego nem cobranças e, principalmente, sem precisar “esmolar” o amor de ninguém.

(*Eliana Barbosa é psicoterapeuta, life coach, palestrante e escritora no campo do autodesenvolvimento, e apresentadora em TV e rádio)

MÃE NOTA 10

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(Autoria de Eliana Barbosa*)

Quem é mãe sabe do que estou falando – de um perturbador sentimento de dívida, de estar sempre em falta com os filhos, ou com a família – uma emoção improdutiva, que pode atrapalhar sua felicidade. Por isso, para que você seja mãe nota 10, com menos culpas e preocupações que só roubam sua paz e atraem negatividade para a vida familiar, vamos refletir sobre alguns pontos importantes de sua vivência na maternidade – que é para sempre!

  • Cuide de sua autoestima – Assuma o controle de sua vida e valorize-se mais! Ninguém consegue amar, de forma incondicional – sem cobranças -, se não se amar e se apreciar primeiro. Quando você está bem com você mesma, você se liberta da prisão que é depender da aprovação dos outros para se sentir importante.
  • Coloque limites – Diga mais ‘sim’ para você e mais ‘nãos’ para os filhos, mostrando, assim, como é o mundo que eles irão enfrentar. Mãe boazinha estraga os filhos porque não os prepara para a vida.
  • Não queira ser necessária para os filhos a vida inteira, porque isso é contraproducente para o amadurecimento deles. Eles precisam crescer financeira e emocionalmente. Os filhos, antes de serem seus, são filhos de Deus e você deverá, na hora certa, deixá-los bater asas e voar.
  • Ajudar é humilhante, arrasa a autoestima dos filhos. Ajudar é fazer por eles, por isso, não os ajude e sim, os apoie – caminhe junto a eles, dê suporte ao seu desenvolvimento, elogiando-os e oferecendo conselhos, quando solicitados. Eles precisam de tombos para aprender a conhecer os obstáculos dos caminhos.
  • A superproteção prejudica mais do que o abandono – este pode deixar a pessoa insegura, mas ela tem que se virar para sobreviver e acaba adquirindo autoconfiança ao conseguir se superar. Já a superproteção não dá a chance da criança ou jovem experimentar um desafio sequer e nem saber se tem potencial ou não, o que compromete a construção de sua autoestima.
  • E, finalizando, cuidado para não confundir amor com apego. O amor é suave, calmo e equilibrado. O apego é sofrido, magoado, ferido…. Quem ama de verdade não cobra reconhecimento e deixa os filhos crescerem; quem é apegado, quer sempre mantê-los sob seu controle.

Pense nisso com carinho!

Eliana Barbosa é life coach, psicoterapeuta, articulista de jornais e de revistas de circulação nacional e internacional, autora de vários livros no campo do autodesenvolvimento,  apresentadora de programas em TV e rádio, e ministra  palestras e cursos transformacionais no Brasil e nos Estados Unidos. Contato: eliana@elianabarbosa.com.br

 

ATENDIMENTOS 2

O PRIMEIRO NAMORO

 

 

 

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(Por Eliana Barbosa*)

Estamos no mês dos namorados e, com ele, muitas reflexões sobre o que é o amor verdadeiro, sobre os prejuízos do ciúme doentio, sobre como fazer durar um relacionamento, e outras mais…

Eu optei por refletir com você, neste momento, sobre o seu primeiro namoro. Não confunda com o primeiro namorado, não! Estou falando do seu relacionamento de amor com você mesmo, com esta pessoa mais importante da sua vida, que é VOCÊ!

Vejo tanta gente ansiosa, não só os jovens, mas também adultos solitários, em busca de um grande amor, mas que se esquecem de que um amor que valha a pena só chega quando as pessoas estão preparadas para recebê-lo.

E o grande engano que percebo é nesse preparo para o amor: as pessoas vão a todas as festas, marcam presença, ansiosamente, em todos os eventos, olhares inquietos para todos os lados…

Isso acontece com você também? A questão é que atitudes assim não vão atrair para você um relacionamento que o satisfaça, sabe por quê? Porque você precisa se satisfazer primeiro, ser feliz e se realizar primeiro, e não buscar no outro a sua felicidade ou realização.

Ninguém gosta de ser tratado como remédio para a solidão ou muletas para as dificuldades do outro na caminhada da vida.

E se você não se namora primeiro, não se aprecia, não se valoriza, inconscientemente você passa uma mensagem para os outros de desinteresse por si mesmo.

Enquanto você colocar as outras pessoas como prioridade em sua vida, você estará afastando de si a oportunidade de ser feliz no amor.

O maior inimigo dos relacionamentos amorosos é criar expectativas em relação ao parceiro ou parceira, porque ninguém é perfeito e, quem se apega às idealizações está mais suscetível às decepções, às mágoas e às culpas.

Procure ser realista em relação à pessoa a qual você ama e seja fiel aos seus próprios valores, porque, se o outro partir, quem sempre vai ficar com você é você mesmo! Por isso, o amor-próprio é tão importante!

O segredo para um relacionamento amoroso feliz é o fortalecimento da autoestima de cada parceiro. A energia da elevada autoestima é poderosíssima – ilumina o olhar, encanta o andar e o falar, e a pessoa torna-se extremamente atraente, amável e cativante. E quem não gosta de estar ao lado de alguém assim?

Então, comece a mudar, preenchendo-se de amor próprio e, repleto de energias amorosas para com o mundo, um grande amor encontrará você.

É tudo muito mágico… Você não precisa correr atrás de um amor, porque se você estiver preparado, ele irá ao seu encontro!

Guarde bem este caminho: primeiro, apaixone-se por si mesmo e pelos seus ideais e, nesse processo, sem esforço algum, você atrairá para perto de si pessoas interessantes e realizadas, e, juntos, vocês formarão um casal que cultiva um amor adulto e durável, porque se baseia na verdadeira independência emocional de cada um.

(*Psicoterapeuta, coach de relacionamentos, escritora e palestrante no campo do autodesenvolvimento e apresentadora em TV e rádio)

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TOALHA DE MESA – Uma História Comovente

(Pastor Rob Reid)

Um novo pastor, recentemente formado, e sua esposa, foram encarregados de reabrir uma igreja no bairro do Brooklyn, Nova York.

A ela chegaram, no início de outubro, entusiasmados com a oportunidade… Quando viram a igreja, observaram que havia muitos estragos e um grande trabalho a ser feito.

Sem se deixarem abater, estabeleceram como meta deixar tudo pronto para o primeiro serviço, o culto de Natal.

Trabalharam sem descanso, consertando o telhado… refazendo o piso… pintando… e, muito antes do Natal, em 18 de dezembro, tudo estava pronto!

Mas… no dia seguinte, 19 de dezembro, desabou uma terrível tempestade, que durou dois dias. No dia 21, o pastor foi até a igreja.

Seu coração doeu… viu que o telhado tinha quebrado e que uma grande área do revestimento de gesso decorado, da parede do santuário, logo atrás do púlpito, havia caído. O pastor, enquanto limpava o chão, pensava em como resolver a situação.

No caminho de casa, pensando em adiar o culto de Natal, observava as vitrines, enfeitadas para a época, quando notou um bazar beneficente e parou por instantes.

Uma linda toalha de mesa, de crochê, na cor marfim, com um crucifixo delicadamente bordado no centro, chamou-lhe a atenção. Era do tamanho exato para cobrir o estrago atrás do púlpito.

Comprou-a e voltou para a igreja. Começou a nevar. Apressou seus passos e chegando à porta da igreja viu uma senhora, que vinha correndo em direção contrária, tentando pegar o ônibus e não conseguiu.

O pastor convidou-a a entrar na igreja, para esperar pelo próximo ônibus, abrigando-se do frio, pois este só viria após 45 minutos.

Ela sentou-se num banco, sem prestar atenção ao pastor, que já providenciava a instalação da toalha de mesa na parede.

Ao terminar seu trabalho, o pastor afastou-se e admirou o quanto a toalha era linda e servia para esconder perfeitamente o estrago.

Então, o pastor notou a senhora encaminhando-se para ele. Seu rosto estava lívido e ela lhe perguntou: ‘Pastor, onde o senhor encontrou essa toalha de mesa?’

E aí ele contou a história. A mulher pediu-lhe que examinasse o canto direito inferior da toalha, para encontrar as iniciais EBG, ali bordadas.

O pastor fez o que a mulher pediu e, intrigado, confirmou a existência das iniciais.

A mulher, então, disse: ‘Essas são as minhas iniciais.‘

Ela havia feito essa toalha de mesa há 35 anos, na Áustria. Contou que, antes da guerra, ela e seu marido estavam “bem de vida”. Quando os nazistas invadiram seu país, eles então combinaram fugir: ela iria antes, e seu marido a seguiria uma semana depois. Ela foi capturada, trancada numa prisão e nunca mais viu seu marido e sua casa.

O pastor ofereceu a ela a toalha, mas, ela recusou, dizendo que estava num lugar muito apropriado.

Insistindo, o pastor ofereceu-se para levá-la até sua casa, que era o mínimo que ele poderia fazer!!! E ela aceitou…

E chegou o dia de Natal! A igreja estava quase cheia. Foi um lindo trabalho. Ao final, um velho homem, que o pastor reconheceu ser dali da vizinhança, permaneceu sentado, atordoado.

O pastor aproximou-se e, antes que dissesse palavra, o velho perguntou: ‘Onde o senhor conseguiu a toalha de mesa da parede? Ela é idêntica a uma que minha mulher fez, muitos anos atrás, quando vivíamos na Áustria, antes da guerra. Como poderiam existir duas toalhas tão parecidas?’

Imediatamente, o pastor entendeu o que tinha acontecido e disse: ‘Venha… eu vou levá-lo a um lugar que o senhor vai gostar muito.´

No caminho, o velho contou a mesma história da mulher. Ele, antes de poder fugir, também havia sido preso e nunca mais viu sua mulher e sua casa, por 35 anos.

Ao chegar à mesma casa onde deixara a mulher, três dias antes, o pastor ajudou o velho a subir os três lances de escadas e bateu na porta.

Creio que não há necessidade de se contar o resto da história…

Quem disse que o Universo não trabalha de maneira misteriosa?

Lembre-se: nada, em nossas vidas, acontece por acaso!

 

TUDO O QUE SE PLANTA, A GENTE COLHE?

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(Autoria de Eliana Barbosa*)

 

Tudo o que se planta, a gente colhe??? Esta é uma pergunta cujas respostas se divergem…

Ao ver tanta corrupção e impunidade em nosso país, há pessoas – principalmente as imediatistas e materialistas – que vão me dizer que não… Afinal, grande parte dos corruptos continuam plantando opressões e privações e estão aí… livres, leves e soltos, colhendo uma aparente vida boa.

Porém, nós todos sabemos que é impossível semear pimenta e colher morangos; semear dor e colher felicidade. Isso não existe!!!

O que vemos na vida superficial dessas pessoas que plantam o mal não corresponde ao que realmente acontece com elas.

Imagine a carga de energia negativa que recebem, diariamente… E como deve ser negra e sombria a nuvem que paira sobre eles e seus familiares… Chegará o dia em que suas consciências irão cobrar cada ato, cada palavra, cada gesto – o dia da colheita!

Na verdade, não deveríamos questionar a Lei do Plantar e do Colher – a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória mesmo. É preciso paciência e persistência para continuar a plantar o bem, a concórdia, a retidão e o amor.

O que faz algumas pessoas desacreditarem dessa Lei é que a germinação daquilo que se planta costuma ser lenta, podendo levar décadas para se processar, porque ela não depende só de quem planta, e sim das condições externas, que têm grande influência nos resultados. Daí, a necessidade da perseverança.

Sempre digo aos pais amorosos e honestos que estão sofrendo com filhos rebeldes, que não se desesperem e que persistam no caminho do bem, porque nada é mais transformador do que o exemplo.

E lembre-se: O “Banco Central” do Universo, através de nossas consciências, sempre nos cobrará o tempo perdido, cada ação amorosa que tivermos negado, ou oportunidade de servir que ignoramos.

Então, continue firme no seu plantio do bem e confie! Cada um tem o que merece, no tempo certo, e só Deus sabe o momento exato da sua colheita!

Pense nisso com carinho e seja muito feliz!!!

(*Psicoterapeuta, coach de relacionamentos, escritora e palestrante no campo do autodesenvolvimento, e apresentadora em TV e rádio)

Neste vídeo abaixo, o jornalista Luis Cláudio Faria entrevista o psicoterapeuta Fernando Vieira Filho sobre o tema deste artigo, e você, assim, poderá aprofundar sobre Plantar e Colher: 

 

 

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