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VOCÊ TEM MEDO DE CASAR? Entrevista para Folha Universal

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ENTREVISTA COM ELIANA BARBOSA PARA MATÉRIA DA FOLHA UNIVERSAL, PUBLICADA EM FEVEREIRO DE 2018 (JORNALISTA JANAINA MEDEIROS) 

1 – Por que algumas pessoas têm medo de se casar ou de assumir um compromisso sério com alguém? (Mulheres e homens).

Esse receio de se casar ou assumir um compromisso mais sério com alguém pode ter várias causas, dentre elas as crenças limitantes em relação a casamento, geralmente originárias de algum trauma com o casamento dos pais, e também o medo de perder a liberdade, de ter que dar satisfação dos seus passos para outra pessoa, e até egoísmo mesmo, por não querer dividir sua vida com mais ninguém.

2 – Há casos em que existe uma fobia mesmo?

 Sim, existe aquele medo incontrolável e excessivo do casamento ou do compromisso, chamado de Gamofobia, geralmente decorrente de algum trauma, e causador de grande sofrimento emocional, devido às ideias pessimistas em relação à vida a dois, também por causa da estranheza desse medo e a culpa que pode gerar na pessoa que o tem.

3 – Por que muitas pessoas que se desiludem sentimentalmente pensam em viver por muito tempo sozinhas?

Talvez pela dor da experiência negativa que passaram, muitas pessoas optam por uma vida mais solitária, o que, a meu ver, não é ruim. Depois de uma decepção amorosa é sempre bom a pessoa tomar um tempo para resgatar o seu amor próprio, aprimorar sua autoestima e autoconfiança, para que possa, em um novo momento, atrair alguém também inteiro e descomplicado. O grande erro que vejo são pessoas que sofreram desilusão no amor procurar a cura em um novo relacionamento. Isso nunca dá certo, porque ninguém deve ser remédio para o outro, ou muleta para as deficiências emocionais do outro.  É preciso estar bem para atrair alguém com quem valha a pena compartilhar a própria vida.

 4 – Ultimamente, temos visto noticias de mulheres se casando consigo mesmas, mostrando que são bem mais realizadas solteiras. Os defensores do autocasamento dizem que isso se trata de amor próprio e aceitação individuais. Elas estão camuflando, mascarando uma situação, um bem-estar que não é verdadeiro? Comente sobre isso. 

Cada caso é um caso, é impossível julgar sem conhecer as pessoas. Pode ser que haja casos de mulheres que tomam essa atitude numa forma de demonstrar que estão bem resolvidas em relação à vida solitária, ou que usem esse ritual para marcarem uma nova etapa de suas vidas. Na verdade, mesmo sem ritual, todas as mulheres e os homens deveriam se lembrar de que o seu primeiro e maior amor precisa ser por eles mesmos, com autoaceitação e disposição para serem melhores, dia a dia. Só quem se ama e se respeita de verdade é capaz de atrair amor e respeito para uma vida a dois leve e tranquila.

 5 – Muitas pessoas tem uma ideia errada do casamento como instituição?

Acredito que sim, talvez pelas crenças (aquelas “verdades”) que os pais incutiram em suas cabeças, ao longo de sua criação.  Por exemplo: Muitos homens cresceram ouvindo que casamento é prisão, e as mulheres ouviam que casamento é sacrifício. Ter esse tipo de crença leva muita gente a temer ou mesmo correr do casamento.

 6 – Algumas pessoas tem uma experiência anterior ruim na vida amorosa e aí dizem: “antes só do que mal acompanhada”. Sabemos que se o relacionamento era muito mal, abusivo, lhe prejudicava, era melhor que tivesse terminado mesmo. Porém, porque a pessoa não pode pensar da seguinte forma: “antes bem acompanhado do que mal acompanhado” e, daí, lutar para ter um bom relacionamento?

Pois é, mas para conseguir atrair para sua vida alguém que seja um bom companheiro, a pessoa precisa primeiro se sentir a sua melhor companhia, estar bem com a sua própria presença. Os fracassos e decepções nas relações acontecem, de forma geral, justamente porque as pessoas colocam mais expectativas e amor nos parceiros do que em si mesmas, em primeiro lugar. 

7 –  O que a pessoa que já passou por uma desilusão amorosa pode fazer para não sentir “medo” de se casar ou de ter um compromisso sério?

O primeiro passo é resgatar sua autoestima, aprender a se valorizar e parar de mendigar o amor dos outros. Quando a pessoa estiver se sentindo bem com ela mesma, autoconfiante, todo o medo de se comprometer irá se desfazer, porque ela sabe que merece agora ser amada e respeitada da mesma forma como ela se ama e se respeita.

8 – Como a pessoa pode parar de alimentar esse medo?

Além de trabalhar o aprimoramento de sua autoestima, eu sempre aconselho que a pessoa pare de comentar suas mazelas no amor, as decepções pelas quais passou, e comece a observar, ao seu redor, quantas uniões são felizes e duradouras, e aprenda como se comportam esses parceiros. Outra dica é usar a gratidão por antecipação, repetindo pra si mesmo, dia e noite, noite e dia: “Sou feliz e grato pelo relacionamento maravilhoso que tenho, muito obrigado!” Esta é uma boa tática para colocar a Lei da Atração em ação.

(Eliana Barbosa é psicoterapeuta, life coach, escritora e palestrante no campo do autodesenvolvimento. Contato: www.elianabarbosa.com.br e eliana@elianabarbosa.com.br )

Link da matéria (resumida), no site da Folha Universal:  https://www.universal.org/noticias/voce-tem-medo-de-casar

E, abaixo, um vídeo que gravei para complementar essa matéria, apresentado na Realidade Aumentada, para os leitores do jornal:

 

 

ATENDIMENTOS 2

ADULTOS IMATUROS

(Autoria de Eliana Barbosa*)

Eu te pergunto: Será que você é uma pessoa imatura?

Entenda que maturidade tem a ver com emoção. Se suas emoções são de instabilidade e insegurança, com certeza você está precisando amadurecer – jogar fora a ideia de que tudo pode e deve ser perfeito (pura ilusão) e agir no sentido do feito (ao seu alcance).

Quando você abre mão de algo importante em sua vida para agradar a alguém,  você demonstra imaturidade emocional, medo de ficar sozinho, falta de posicionamento diante da vida, e isso o torna cada vez mais desinteressante aos olhos das pessoas à sua volta.

Por outro lado, quando desenvolve sua inteligência emocional, você deixa as infantilidades de lado, para de fazer “joguinhos” e chantagens com os outros, e passa a ser autor, diretor, e protagonista do filme de sua vida.

Amadurecer é tomar consciência de quem ninguém, a não ser você mesmo, é responsável por sua felicidade e que são suas escolhas que definem a vida que você vai ter.

Portanto, a partir de agora, fortaleça suas emoções, aplacando o medo da solidão e abastecendo-se de amor, para que deixe de atitudes infantis pensando que assim vai conseguir prender alguém ao seu lado.

Em seu lar, escolha criar um ambiente de cooperação, dando um basta na imatura  competição com seu cônjuge e filhos.

Ajude seus filhos a amadurecer, incentivando-os não só aos estudos, mas, principalmente ao trabalho – onde terão que enfrentar patrões exigentes, ouvir muitos “nãos” da vida e aprender a lidar com as frustrações.

Portanto, se você se identificou com esse tema, e se sente imaturo, é hora de  parar de ficar só olhando pra si mesmo e suas vontades, e começar a contribuir com a vida dos outros. Não precisa ser dinheiro, se você não puder… Contribua com sua presença, com palavras de incentivo, com verdadeira intenção de fazer a diferença na vida das pessoas.

Sair do seu “castelo dos sonhos” e ter um olhar para a dor do próximo é uma boa forma de crescer emocionalmente e dar mais valor à própria vida.

(*Eliana Barbosa é life coach, psicoterapeuta, articulista de jornais e de revistas de circulação nacional e internacional, autora de vários livros no campo do autodesenvolvimento,  apresentadora de programas em TV e rádio, e ministra  palestras e cursos transformacionais no Brasil e nos Estados Unidos. Contato: eliana@elianabarbosa.com.br)

Complementando este tema, assista a este vídeo com o psicoterapeuta Fernando Vieira Filho: 

 

 

ATENDIMENTOS 2

VOCÊ CONHECE A “SÍNDROME DO SAPO FERVIDO”?

 

 

sapo fervido

 

(Por Eliana Barbosa)

Olá! Tudo bem?

Hoje quero conversar com você sobre a síndrome do “sapo fervido”. Você já ouviu falar sobre ela?

Eu desconheço o autor, mas este texto é sempre muito bom pra me deixar bem acordada para a vida… Vamos lá!

“Vários estudos biológicos provaram que um sapo colocado num recipiente com a mesma água de sua lagoa, fica estático durante todo o tempo em que aquecemos a água, até que ela ferva.

O sapo não reage ao gradual aumento da temperatura (mudanças de ambiente) e morre quando a água ferve. Inchadinho e “feliz”.

Por outro lado, outro sapo que seja jogado neste recipiente já com água fervendo, salta imediatamente para fora. Meio chamuscado, porém vivo!

Temos vários sapos fervidos por aí. Não percebem as mudanças ou acham que não tem como ficar melhor, ou  que vai passar, que é só dar um tempo! Estão prestes a morrer, porém ficam boiando estáveis e impávidos na água em que se aquecem a cada minuto.

Acabam “morrendo” inchadinhos e “felizes”, sem ter percebido as mudanças.

Sapos fervidos não percebem que além de serem eficientes (fazer as coisas) precisam ser eficazes (fazer as coisas certas).

Acordem sapos fervidos! Saiam dessa!

O mundo mudou! Pulem fora antes que a água ferva!

Precisamos estar vivos, meio chamuscados, mas vivos e prontos para agir!”

(Autor desconhecido)
——

Pois é… Você viu como é importante este alerta?

Chega uma hora em que é preciso pular pra fora dessa água que queima, chutar o balde, dar um murro na mesa e dizer “BASTA”!!! Nem que seja dizer um BASTA à sua inércia, a essa mania de ficar esperando que o outro mude…

Quem tem que mudar é… VOCÊ!!!

Um grande abraço e votos de que nunca mais você se permita ferver nas águas turvas da falta de coragem de mudar!!!

Eliana Barbosa
(Psicoterapeuta, terapeuta de Florais de Bach, life coach, escritora e palestrante motivacional)

 

CLIQUE AQUI OU NA IMAGEM ABAIXO E ASSISTA A UMA IMPORTANTE ENTREVISTA BASEADA NESTE TEMA, FEITA PELO JORNALISTA LUÍS CLÁUDIO FARIA COM O PSICOTERAPEUTA CLÍNICO FERNANDO VIEIRA FILHO

FERNANDO