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COMO CONQUISTAR RECONHECIMENTO NO TRABALHO

(Autoria de Eliana Barbosa*)

 

Muitas pessoas me escrevem perguntando como é possível se manterem motivadas no trabalho sem o devido reconhecimento dos outros.

E a minha primeira resposta é sempre assim: Todo reconhecimento tem que vir de dentro para fora, ou seja, se você não se valoriza ou se acha inferior a todo mundo, jamais será reconhecido por um valor que você mesmo não percebe.

Então, eis aqui 8 dicas para você conquistar o reconhecimento em seu ambiente profissional:

  • Cuide de sua autoimagem –  Quando você se cuida e se aprecia, irradia uma energia de autoconfiança em suas atitudes e escolhas, e será admirado por isso.
  • Não se ofenda com as críticas e aprenda a distinguir aquelas que são invejosas daquelas que são construtivas, e faça bom uso delas.
  • Não se perturbe com as perseguições que você sofre. Veja-as como desafios que vão levá-lo a um melhor desempenho profissional.
  • Em paz com você mesmo, risque de seu dicionário a expressão “não consigo”, porque o impossível só existe até que alguém prove que é possível. Acredite em suas possibilidades!
  • Quando você demonstra insegurança em relação ao seu valor, você passa aos outros a ideia de que aceita qualquer abuso porque quer ser “bonzinho” e aceito por todos.  Este é um grave engano, porque as pessoas que são abusadas vão usar de sua generosidade, mas jamais irão valorizá-lo pelo que você é!
  • Se você quiser ser bem tratado por todos, seja justo, solidário, participativo e generoso, mas não seja “bonzinho”, porque “bonzinho”, na linguagem dos “folgados”,  é sinônimo de “bobinho”.
  • Entenda que você é muito importante! Você é uma pessoa única e especial!
  • E guarde bem: Nada de depender dos outros, porque toda mudança e reconhecimento só podem começar por você!
*Eliana Barbosa é psicoterapeuta, life coach, palestrante e escritora no campo do autodesenvolvimento, e apresentadora em TV e rádio - Contato: eliana@elianabarbosa.com.br

 

 

QUANDO OS FILHOS ERRAM

(Autoria de Eliana Barbosa*)

É muito comum entre os pais a preocupação excessiva em relação aos caminhos que seus filhos vão tomar na vida.

Afinal, o que você – pai ou mãe – deve fazer quando sente que as decisões de seu filho são erradas ou arriscadas: deixar que aja como bem entende e arque com as consequências, ou impedi-lo, impondo-lhe aquilo que você pensa que é o correto?

  • Esta é uma questão delicada. Enquanto seu filho estiver sob seu controle, menor de idade e dependente financeiramente, você podem até impedir alguns erros.
  • Porém, ao perceber que seu filho agiu mal, jamais encubra os erros dele. Se errou, ele – e não você – terá que reparar. Por exemplo, se você vir que o filho furtou uma bala que seja, faça-o voltar ao local, pedir desculpas e pagar. Essa vergonha que ele vai passar será uma valiosa lição para sua vida inteira. Toda vez em que pensar em fazer algo imoral ou ilegal, ele se lembrará desse episódio e sentirá mal com a própria atitude.
  • Caso seja adolescente, se preciso for, apele para o Juizado de Menores, que poderá ajudá-lo a colocar limites e procure um psiquiatra para avaliar os distúrbios de comportamento dele e medicar, se preciso for.
  • Independente da idade, não superproteja seu filho, não faça nada que seja responsabilidade dele. Deixe-o aprender a caminhar sozinho, tropeçar, cair e levantar. São estas pequenas superações que irão construir a autoestima dele.
  • Quando adulto e independente, cuidado para você não interferir de forma ostensiva. Seja sutil, porque não tem como impedir esse filho de arriscar ou de agir errado, e quanto mais você falar, menos ele o escutará, menos vai querer seguir seus conselhos.
  • Sugiro que você diga o seguinte, olho no olho: “Meu filho, você é livre para escolher seus caminhos, mas saiba que será responsável pelas consequências. Acima de tudo, eu te amo. O que não amo e não aprovo é o seu comportamento. E este, o comportamento, você pode mudar quando quiser. Eu vou apenas dar a minha opinião a respeito de suas escolhas e vou rezar para você.”
  • Se até Deus, o Pai Maior, permite que Seus filhos errem e aprendam com os erros, quem somos nós, simples humanos, para impedir que nossos filhos caiam, se levantem e cresçam?
  • E, finalizando, guarde bem: Limite é amor!
*Eliana Barbosa é psicoterapeuta, life coach, palestrante e escritora no campo do autodesenvolvimento, e apresentadora em TV e rádio - Contato: eliana@elianabarbosa.com.br

 

No vídeo, abaixo, com o psicoterapeuta e escritor Fernando Vieira Filho, saiba mais como lidar com os erros dos filhos: 

 

 

 

 

PAZ EM FAMÍLIA

 

(Autoria de Eliana Barbosa*)

Fala-se tanto em paz mundial, harmonia entre os povos, mas não podemos nos esquecer de que a paz deve começar dentro da gente, estendendo-se, assim, ao meio familiar e social.

Veja, então, 7 passos para a conquista da harmonia familiar:

  1. É na família que, normalmente, encontramos nossos maiores desafios, e para superá-los, o primeiro passo é você estar em paz consigo mesmo, aceitando-se como é, e valorizando seu potencial. Se você se amar de verdade, não se sentirá desamparado com o desamor dos outros, e vai parar de se abandonar para agradar pessoas que, muitas vezes, não merecem tal sacrifício.
  2. Uma das formas de conquistar paz interior e harmonizar sua convivência em família é entender que, por mais que você insista e sofra com isso, o outro somente vai mudar quando ele quiser. Você só pode causar transformação em sua própria vida e, agindo diferente, poderá inspirar sua família a mudar também.
  3. Faça o bem pela alegria de servir, mas que seja incondicional, sem cobranças, nem decepção com a possível ingratidão que você terá como retorno.
  4. Compreenda que seus familiares são individualidades, pessoas com naturezas que se diferem – uns mais dóceis, alguns rebeldes; aqueles otimistas, outros pessimistas, críticos etc…
  5. Respeite a natureza de cada um. Se você precisa conviver com alguém amargo, não perca seu tempo tentando mudá-lo. Seja doce, porém firme e não se deixe contaminar com aquele azedume. Se outro familiar é agressivo, evite discussões com ele – nesse caso, se for preciso, converse através de bilhetes ou e-mails e só aceite suas respostas por escrito.
  6. Desfaça-se da ilusão de que em família você só encontrará afetos. Esteja preparado para os desafetos, inveja, ciúme, perseguições, porque, ainda neste mundo, é na vida familiar que vamos testar nossa capacidade de perdoar e de amar, sem esperar reconhecimento.
  7. Lembre-se de que a verdadeira caridade começa entre as quatro paredes de nosso lar – é lá que vamos praticar a paciência, a gratidão e a compaixão, sem abrir mão da assertividade (que é o seu direito de dizer ‘não’, quando for preciso, sem se culpar por isto).

Pense nisso com carinho!

(*Eliana Barbosa é psicoterapeuta, life coach, escritora e palestrante no campo do autodesenvolvimento – Contato: eliana@elianabarbosa.com.br) 

 

ATENDIMENTOS 2

 

MÃE NOTA 10

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(Autoria de Eliana Barbosa*)

Quem é mãe sabe do que estou falando – de um perturbador sentimento de dívida, de estar sempre em falta com os filhos, ou com a família – uma emoção improdutiva, que pode atrapalhar sua felicidade. Por isso, para que você seja mãe nota 10, com menos culpas e preocupações que só roubam sua paz e atraem negatividade para a vida familiar, vamos refletir sobre alguns pontos importantes de sua vivência na maternidade – que é para sempre!

  • Cuide de sua autoestima – Assuma o controle de sua vida e valorize-se mais! Ninguém consegue amar, de forma incondicional – sem cobranças -, se não se amar e se apreciar primeiro. Quando você está bem com você mesma, você se liberta da prisão que é depender da aprovação dos outros para se sentir importante.
  • Coloque limites – Diga mais ‘sim’ para você e mais ‘nãos’ para os filhos, mostrando, assim, como é o mundo que eles irão enfrentar. Mãe boazinha estraga os filhos porque não os prepara para a vida.
  • Não queira ser necessária para os filhos a vida inteira, porque isso é contraproducente para o amadurecimento deles. Eles precisam crescer financeira e emocionalmente. Os filhos, antes de serem seus, são filhos de Deus e você deverá, na hora certa, deixá-los bater asas e voar.
  • Ajudar é humilhante, arrasa a autoestima dos filhos. Ajudar é fazer por eles, por isso, não os ajude e sim, os apoie – caminhe junto a eles, dê suporte ao seu desenvolvimento, elogiando-os e oferecendo conselhos, quando solicitados. Eles precisam de tombos para aprender a conhecer os obstáculos dos caminhos.
  • A superproteção prejudica mais do que o abandono – este pode deixar a pessoa insegura, mas ela tem que se virar para sobreviver e acaba adquirindo autoconfiança ao conseguir se superar. Já a superproteção não dá a chance da criança ou jovem experimentar um desafio sequer e nem saber se tem potencial ou não, o que compromete a construção de sua autoestima.
  • E, finalizando, cuidado para não confundir amor com apego. O amor é suave, calmo e equilibrado. O apego é sofrido, magoado, ferido…. Quem ama de verdade não cobra reconhecimento e deixa os filhos crescerem; quem é apegado, quer sempre mantê-los sob seu controle.

Pense nisso com carinho!

Eliana Barbosa é life coach, psicoterapeuta, articulista de jornais e de revistas de circulação nacional e internacional, autora de vários livros no campo do autodesenvolvimento,  apresentadora de programas em TV e rádio, e ministra  palestras e cursos transformacionais no Brasil e nos Estados Unidos. Contato: eliana@elianabarbosa.com.br

 

ATENDIMENTOS 2

POR QUE TANTOS ABORRECIMENTOS?

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(Autoria de Eliana Barbosa*)

 

É provável que, em sua vida, você já tenha passado por fases complicadas, em que dia após dia, surgia um problema, ou um acidente, mais um motivo para sofrer…. É possível até que, nesse momento, você esteja passando por isso…

Então, eu te convido para refletir comigo sobre os fatores que podem desencadear os aborrecimentos em sua vida:

  • Sentir-se vítima – Será que você é uma pessoa que se sente vítima de outras pessoas ou de sua própria condição de vida? Esse sentimento tão venenoso é como um pântano no qual você irá se afundar cada vez mais. Aprenda a se levantar, sacudir a lama e dar a volta por cima, assumindo total responsabilidade pelo seu bem-estar, saúde e equilíbrio.
  • Reclamar demais – Você é alguém que só vê motivos para reclamar, para colocar defeitos em tudo, cheio de muxoxos por onde vai? Cuidado… A vida se encarrega de trazer para você mais motivos para reclamar! Assim, minha sugestão é que, a partir de hoje, agora mesmo, você desenvolva em si um genuíno sentimento de gratidão por tudo que lhe acontece, até pelos desafios, pessoas e experiências ruins ao longo de sua jornada. Com a gratidão, você atrairá para perto de você mais motivos para agradecer!
  • Pensar e viver só para si e sua família – Talvez sua família absorva seu tempo e energia, e você pense que o seu propósito, nessa existência, seja fazer a diferença para si mesmo e sua família…. Engano seu! Claro que toda caridade deve começar no lar, mas é fundamental que você volte seu olhar também para a comunidade onde vive, descobrindo uma forma eficaz de contribuir, sem esperar nada em troca! Descubra um trabalho voluntário para fazer, e aproveite todo o seu tempo envolvido nas redes sociais para espalhar o bem, através de ideias construtivas e mensagens edificantes.
  • E, finalizando, a maledicência – Talvez você até seja uma pessoa que deseje e pratique o bem para os outros, mas se você é alguém que gosta de comentar o mal e fazer fofocas, então o maior mal que você está fazendo é a si mesmo! Essa energia tóxica volta toda para você na forma de doenças, dores inexplicáveis, acidentes, perseguição no trabalho, e muitos outros aborrecimentos, que só dependem da sua reforma interior para serem evitados.

Pense nisso com carinho!!!

(*Eliana Barbosa é psicoterapeuta, life coach, escritora e palestrante no campo do autodesenvolvimento e apresentadora em TV e rádio)

 

ATENDIMENTOS 2

DEPRESSÃO NAS MULHERES

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(Autoria de Eliana Barbosa*)

É comum, em meu trabalho, receber e-mails e telefonemas de mulheres com sérios questionamentos sobre a depressão e, então, aproveito este espaço para compartilhar com você algumas informações de extrema importância.

Segundo estatísticas mundiais, a depressão é duas vezes mais frequente entre as mulheres do que entre os homens. Isso se explica principalmente pelas flutuações hormonais às quais as mulheres estão expostas ao longo da vida, mas há outros fatores emocionais, genéticos e sociais que também podem levar à depressão.

A depressão vai além da tristeza.

É um estado de “baixo astral” que pode se prolongar até por anos, se não for tratada, onde se manifestam sentimentos pessimistas (inutilidade, culpa, desejo de morrer, etc), perda da autoestima, da autoconfiança e da motivação em atividades antes consideradas prazerosas pela pessoa.

Ela pode ser endógena (mais séria e decorrente de um desequilíbrio neuroquímico do cérebro ou de predisposição hereditária), ou reativa (decorrente de aborrecimentos externos, adversidades, decepções, perdas de entes queridos etc.).

Sendo a depressão uma doença, deve ser encarada e tratada como tal. Por isso, a importância dos medicamentos antidepressivos durante o tratamento psiquiátrico, aliados à psicoterapia e até às terapias alternativas.

E a boa notícia é que com o tratamento correto, 70% a 90% dos pacientes recuperam-se da depressão.

Eis, então, algumas posturas positivas essenciais para você evitar a depressão em sua vida:

  • Pare de cobrar perfeição de si mesma e dos outros.
  • Evite colocar expectativas nas outras pessoas – esse é o caminho para as decepções e ressentimentos.
  • Aceite a natureza das pessoas à sua volta e não perca seu tempo e saúde tentando mudá-las.
  • Combata em si mesma o medo de desagradar a quem quer que seja. Pare de engolir “sapos” e seja mais verdadeira com você, dizendo “não” para os outros, quando o seu coração pedir, sem se culpar por isso.
  • Cultive a espiritualidade, o que vai proporcionar sentido para sua vida.
  • Amplie sua fé – em Deus, em você mesma e nas pessoas confiáveis à sua volta.
  • Procure realizar algum trabalho voluntário, que vai lhe proporcionar mais prazer, senso de utilidade e valorização da própria vida.
  • E fuja do sentimento de autopiedade – ele é um grande imã para as doenças, como uma forma inconsciente de chamar a atenção daqueles que a cercam.

  Pense nisso com carinho!

 (*Eliana Barbosa é psicoterapeuta, life coach, escritora e palestrante no campo do autodesenvolvimento e apresentadora em TV e rádio)

 

E, se mesmo com estas dicas, você ainda se sente frágil, precisando melhorar sua autoestima e autoconfiança, e aprender a se relacionar de forma saudável e positiva, então EU TE CONVIDO:

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ATENDIMENTOS 2