Todos os artigos de Eliana Barbosa

PAZ EM FAMÍLIA

família

(Autoria de Eliana Barbosa*)

Fala-se tanto em paz mundial, harmonia entre os povos, mas não podemos nos esquecer de que a paz deve começar dentro da gente, estendendo-se, assim, ao meio familiar e social.

Veja, então, 7 passos para a conquista da harmonia familiar:

  1. É na família que, normalmente, encontramos nossos maiores desafios, e para superá-los, o primeiro passo é você estar em paz consigo mesmo, aceitando-se como é, e valorizando seu potencial. Se você se amar de verdade, não se sentirá desamparado com o desamor dos outros, e vai parar de se abandonar para agradar pessoas que, muitas vezes, não merecem tal sacrifício.
  2. Uma das formas de conquistar paz interior e harmonizar sua convivência em família é entender que, por mais que você insista e sofra com isso, o outro somente vai mudar quando ele quiser. Você só pode causar transformação em sua própria vida e, agindo diferente, poderá inspirar sua família a mudar também.
  3. Faça o bem pela alegria de servir, mas que seja incondicional, sem cobranças, nem decepção com a possível ingratidão que você terá como retorno.
  4. Compreenda que seus familiares são individualidades, pessoas com naturezas que se diferem – uns mais dóceis, alguns rebeldes; aqueles otimistas, outros pessimistas, críticos etc…
  5. Respeite a natureza de cada um. Se você precisa conviver com alguém amargo, não perca seu tempo tentando mudá-lo. Seja doce, porém firme e não se deixe contaminar com aquele azedume. Se outro familiar é agressivo, evite discussões com ele – nesse caso, se for preciso, converse através de bilhetes ou e-mails e só aceite suas respostas por escrito.
  6. Desfaça-se da ilusão de que em família você só encontrará afetos. Esteja preparado para os desafetos, inveja, ciúme, perseguições, porque, ainda neste mundo, é na vida familiar que vamos testar nossa capacidade de perdoar e de amar, sem esperar reconhecimento.
  7. Lembre-se de que a verdadeira caridade começa entre as quatro paredes de nosso lar – é lá que vamos praticar a paciência, a gratidão e a compaixão, sem abrir mão da assertividade (que é o seu direito de dizer ‘não’, quando for preciso, sem se culpar por isto).

Pense nisso com carinho!

(*Eliana Barbosa é psicoterapeuta, life coach, escritora e palestrante no campo do autodesenvolvimento – Contato: eliana@elianabarbosa.com.br) 

 

ATENDIMENTOS 2

 

FAMÍLIA – LUGAR DE PERDÃO (Por Papa Francisco)

PAPA

(Autoria de Papa Francisco)

Não existe família perfeita. Não temos pais perfeitos, não somos perfeitos, não nos casamos com uma pessoa perfeita nem temos filhos perfeitos. Temos queixas uns dos outros. Decepcionamos uns aos outros.

Por isso, não há casamento saudável nem família saudável sem o exercício do perdão. O perdão é vital para nossa saúde emocional e sobrevivência espiritual.

Sem perdão a família se torna uma arena de conflitos e um reduto de mágoas.

Sem perdão a família adoece.

O perdão é a assepsia da alma, a faxina da mente e a alforria do coração.

Quem não perdoa não tem paz na alma nem comunhão com Deus.

A mágoa é um veneno que intoxica e mata.

Guardar mágoa no coração é um gesto autodestrutivo. É autofagia.

Quem não perdoa adoece física, emocional e espiritualmente.

É por isso que a família precisa ser lugar de vida e não de morte; território de cura e não de adoecimento; palco de perdão e não de culpa.

O perdão traz alegria onde a mágoa produziu tristeza; cura, onde a mágoa causou doença.

============

 

ATENDIMENTOS 2

5 PASSOS PARA VIVER MELHOR EM FAMÍLIA

família-2

(Autoria de Eliana Barbosa*)

Viver a paz, em família, é um dos maiores desafios que enfrentamos na vida.

Entretanto, você sabe: desafios nos fazem crescer, nos amadurecem.

Sabendo que dentro de nossos lares se reúnem pessoas com as mais diversas naturezas, em nome do amor, é preciso aprender a lidar com essas diferenças.

Então, veja a seguir 5 passos para viver melhor em família:

  1. COMUNICAÇÃO Entenda que cada pessoa tem seu modo característico de se comunicar. Uns se sentem amados com abraços, outros com elogios, e outros, mais reservados, não gostam de muita conversa, nem de carícias… eles precisam se sentir observados, e ao conversar com eles, olhos nos olhos, sempre! Por isso, menos cobranças e críticas, e, em busca da paz familiar, aprenda a “falar a língua” de cada um.
  2. PERGUNTAS QUE FORTALECEM Ao invés de perguntar aos familiares como foi o dia de um e outro, e só ouvir como resposta um curto “tudo bem!”, “bom!”, ou “nada bem!”, siga o exemplo da primeira dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, que todos os dias, ao jantar com a família, instituiu o ritual “Rosa e Espinho”. Cada um, durante o jantar, vai contar qual foi o melhor acontecimento do dia (a rosa) e qual foi o momento mais perturbador (o espinho). Isso faz com que cada familiar perceba que há algo para ser grato (a rosa), e se sinta mais calmo por ter desabafado sobre sua decepção (o espinho). Essa é uma boa maneira de fortalecer a intimidade entre vocês.
  3. RELIGIOSIDADE Uma forma de estreitar os laços familiares é alimentar a religiosidade de cada um. Marquem de ir juntos às reuniões de sua religião, e, ao menos uma vez na semana, combinem de ler, também em família, biografias de líderes espirituais, que, além de muito inspiradoras, abrem campo para conversas construtivas. E, é claro, procurem orar juntos, todas as noites, antes de dormir.
  4. FALE MENOS Com aqueles familiares mais problemáticos, fale menos e escreva mais. Isso mesmo: escreva bilhetes, recados, cartas, e-mails, tanto para elogiar quanto para “puxar orelhas”, quando necessário. E solicite que as respostas sejam também por escrito. Essa estratégia vai evitar muitos “bate-bocas” inúteis e que, dia a dia, desgastam as relações.
  5. FLEXIBILIDADE Cuidado com a intransigência, com o medo de ser afrontada. Em situações de conflito, com o parceiro ou com um filho, sente-se, de frente a ele, olhe no fundo de seus olhos, e com carinho, pergunte: “Se você fosse eu, como agiria neste caso?” Observe que, ao se mostrar receptiva à mudança, seu familiar vai se acalmar, e dará uma resposta que a ajudará a entender quais os ajustes necessários para que você se tornem uma família mais unida e feliz! 

 

(*) Eliana Barbosa é  life coach, psicoterapeuta, articulista de jornais e de revistas de circulação nacional e internacional, autora de vários livros no campo do autodesenvolvimento,  apresentadora de programas em TV e rádio, e ministra  palestras e cursos transformacionais no Brasil e nos Estados Unidos.

Contato: eliana@elianabarbosa.com.br

CHAMADA PARA O YOUTUBE NO SITEINSCREVA-SE NESTE CANAL DO YOUTUBE E DÊ ADEUS AO  DESÂNIMO!!! 

MÃE NOTA 10

Happy-Mother-And-Happy-Baby-In-The-Bed

(Autoria de Eliana Barbosa*)

Quem é mãe sabe do que estou falando – de um perturbador sentimento de dívida, de estar sempre em falta com os filhos, ou com a família – uma emoção improdutiva, que pode atrapalhar sua felicidade. Por isso, para que você seja mãe nota 10, com menos culpas e preocupações que só roubam sua paz e atraem negatividade para a vida familiar, vamos refletir sobre alguns pontos importantes de sua vivência na maternidade – que é para sempre!

  • Cuide de sua autoestima – Assuma o controle de sua vida e valorize-se mais! Ninguém consegue amar, de forma incondicional – sem cobranças -, se não se amar e se apreciar primeiro. Quando você está bem com você mesma, você se liberta da prisão que é depender da aprovação dos outros para se sentir importante.
  • Coloque limites – Diga mais ‘sim’ para você e mais ‘nãos’ para os filhos, mostrando, assim, como é o mundo que eles irão enfrentar. Mãe boazinha estraga os filhos porque não os prepara para a vida.
  • Não queira ser necessária para os filhos a vida inteira, porque isso é contraproducente para o amadurecimento deles. Eles precisam crescer financeira e emocionalmente. Os filhos, antes de serem seus, são filhos de Deus e você deverá, na hora certa, deixá-los bater asas e voar.
  • Ajudar é humilhante, arrasa a autoestima dos filhos. Ajudar é fazer por eles, por isso, não os ajude e sim, os apoie – caminhe junto a eles, dê suporte ao seu desenvolvimento, elogiando-os e oferecendo conselhos, quando solicitados. Eles precisam de tombos para aprender a conhecer os obstáculos dos caminhos.
  • A superproteção prejudica mais do que o abandono – este pode deixar a pessoa insegura, mas ela tem que se virar para sobreviver e acaba adquirindo autoconfiança ao conseguir se superar. Já a superproteção não dá a chance da criança ou jovem experimentar um desafio sequer e nem saber se tem potencial ou não, o que compromete a construção de sua autoestima.
  • E, finalizando, cuidado para não confundir amor com apego. O amor é suave, calmo e equilibrado. O apego é sofrido, magoado, ferido…. Quem ama de verdade não cobra reconhecimento e deixa os filhos crescerem; quem é apegado, quer sempre mantê-los sob seu controle.

Pense nisso com carinho!

Eliana Barbosa é life coach, psicoterapeuta, articulista de jornais e de revistas de circulação nacional e internacional, autora de vários livros no campo do autodesenvolvimento,  apresentadora de programas em TV e rádio, e ministra  palestras e cursos transformacionais no Brasil e nos Estados Unidos. Contato: eliana@elianabarbosa.com.br

 

ATENDIMENTOS 2

POR QUE TANTOS ABORRECIMENTOS?

comsumer-complaints

(Autoria de Eliana Barbosa*)

 

É provável que, em sua vida, você já tenha passado por fases complicadas, em que dia após dia, surgia um problema, ou um acidente, mais um motivo para sofrer…. É possível até que, nesse momento, você esteja passando por isso…

Então, eu te convido para refletir comigo sobre os fatores que podem desencadear os aborrecimentos em sua vida:

  • Sentir-se vítima – Será que você é uma pessoa que se sente vítima de outras pessoas ou de sua própria condição de vida? Esse sentimento tão venenoso é como um pântano no qual você irá se afundar cada vez mais. Aprenda a se levantar, sacudir a lama e dar a volta por cima, assumindo total responsabilidade pelo seu bem-estar, saúde e equilíbrio.
  • Reclamar demais – Você é alguém que só vê motivos para reclamar, para colocar defeitos em tudo, cheio de muxoxos por onde vai? Cuidado… A vida se encarrega de trazer para você mais motivos para reclamar! Assim, minha sugestão é que, a partir de hoje, agora mesmo, você desenvolva em si um genuíno sentimento de gratidão por tudo que lhe acontece, até pelos desafios, pessoas e experiências ruins ao longo de sua jornada. Com a gratidão, você atrairá para perto de você mais motivos para agradecer!
  • Pensar e viver só para si e sua família – Talvez sua família absorva seu tempo e energia, e você pense que o seu propósito, nessa existência, seja fazer a diferença para si mesmo e sua família…. Engano seu! Claro que toda caridade deve começar no lar, mas é fundamental que você volte seu olhar também para a comunidade onde vive, descobrindo uma forma eficaz de contribuir, sem esperar nada em troca! Descubra um trabalho voluntário para fazer, e aproveite todo o seu tempo envolvido nas redes sociais para espalhar o bem, através de ideias construtivas e mensagens edificantes.
  • E, finalizando, a maledicência – Talvez você até seja uma pessoa que deseje e pratique o bem para os outros, mas se você é alguém que gosta de comentar o mal e fazer fofocas, então o maior mal que você está fazendo é a si mesmo! Essa energia tóxica volta toda para você na forma de doenças, dores inexplicáveis, acidentes, perseguição no trabalho, e muitos outros aborrecimentos, que só dependem da sua reforma interior para serem evitados.

Pense nisso com carinho!!!

(*Eliana Barbosa é psicoterapeuta, life coach, escritora e palestrante no campo do autodesenvolvimento e apresentadora em TV e rádio)

 

ATENDIMENTOS 2

O QUE SÃO CRENÇAS LIMITANTES (e Como Resolvê-las)?

 

1-crenca-limitante

(Autoria de Juan O’Keeffe)

Imagine que você queira aprender a tocar violão.

Você adora música e sempre sonhou saber tocar violão. Mas quando era criança achava que não sabia desenhar tão bem quanto os colegas de aula.

Então você cresce achando que não têm talento artístico.

Aí quando você pensa em aprender violão vêm aquela voz interior e diz “Não tenho talento artístico. Melhor nem tentar.”.

Então você desiste de tentar aprender porque acha que não vai conseguir.

Essa é uma crença limitante.

Crença limitante é algo em que você acredita e que limita você de alguma forma.

Alguns exemplos:
• Não sou bom em matemática por isso não posso fazer faculdade de engenharia.
• Nunca vou emagrecer porque não tenho disciplina para manter a dieta e praticar exercícios.
• Tenho que casar com alguém da mesma religião pois minha família não aceitaria uma pessoa de outra.
• Não sou um técnico de eletrônica bom o suficiente para ganhar dinheiro com isso.
• Posso me dar mal se mudar de emprego.
• Não posso ser advogado pois minha família quer que eu seja um médico.
• Mulheres só têm interesse em homens com muito dinheiro.
• Devo trabalhar aqui pois não conseguiria emprego em outro lugar.
• Não sou tão bom quanto eles para entrar nessa disputa.
• Devo continuar no casamento para manter as aparências.
• Não posso viajar de avião pois é muito perigoso.

Algumas clássicas:
• Não tenho as qualificações necessárias.
• É tarde demais.
• Não sei por onde começar.
• Já tenho responsabilidades demais.
• Nunca funcionou antes.
• Sempre chego tarde demais.
• Não tenho conhecimento suficiente.
• Estou muito fora de forma.
• A vida é muito complicada.

As crenças limitantes são uma espécie de desculpa para não fazer o que você realmente gostaria de fazer. Elas nos mantém na nossa zona de conforto e segurança. Isso pode limitar muito o seu desenvolvimento pessoal e conquista dos seus objetivos.

Uma coisa importante de perceber é que muitas vezes essas crenças limitantes são coisas da nossa cabeça que não condizem de fato com a realidade. Existem apenas pois você está dizendo a si mesmo que aquilo é uma realidade.

Mudando o pensamento, você pode mudar também.

Alimentar a crença de que mulheres só têm interesse em homens com muito dinheiro é apenas uma forma de você arrumar uma desculpa a si mesmo para não procurar uma mulher. Obviamente existem muitas mulheres com homens com pouco dinheiro por aí.

Agora tente lembrar da última vez que você queria alguma coisa e não conseguiu. Muito possivelmente foi uma crença limitante que parou você.

Se você parar para pensar, perceberá que muitas das dificuldades e frustrações da vida são derivadas das nossas crenças limitantes.

Por isso, se você quer atingir seus objetivos, livre-se das crenças limitantes que não fazem sentido. Libertando-se delas abrimos espaço para seguir adiante no caminho da vida.

No meu caso, uma crença limitante que tenho é que não me acho bom em design gráfico. Como então posso ter um website? É simples. Encontro uma alternativa e dou um jeito.

Por isso, quando preciso de um trabalho de design (por exemplo, criação de um logotipo) terceirizo o serviço. Mas de uns tempos pra cá tenho arriscado um pouco mais e quando são coisas mais simples, por exemplo, editar uma imagem, colocar texto numa foto ou algo assim, já tenho tomado mais coragem e vou em frente e eu mesmo faço.

As próprias fotos do meu site sou eu que pesquiso, escolho e faço edições simples quando necessário. Ainda tenho a crença de que não sou muito bom nessa questão de design, mas não deixei que isso fosse empecilho para eu criar meu site e fazer o que preciso fazer.

Observe também se você utiliza de afirmações permanentes. Dizer algo como “Eu não sou bom o suficiente” não deixa espaço para você melhorar. Você está dizendo a si mesmo que não é agora e não será no futuro.

Ou seja, você está desistindo ali mesmo. Em vez disso dizer algo como “Ainda não cheguei lá mas estou aprendendo” levará você muito mais longe.

Por quê temos crenças limitantes?

Existem diferentes fontes de crenças limitantes. Alguns exemplos:

Experiências
Vamos supor que você tenha criado um negócio que não deu certo. Talvez dessa experiência surja uma crença limitante dizendo que você não conseguirá criar um novo negócio que dê certo pois já tentou uma vez e deu errado.

Lógica equivocada
Muitas vezes é uma questão de lógica equivocada. No próprio exemplo acima, não quer dizer que o fato do primeiro negócio que você tentou deu errado que os outros também vão dar.

Como diria Thomas Edison, “Eu não falhei. Apenas tentei 10.000 maneiras que não funcionam”.

Desculpa
Pode ser que no fundo você não queira realmente ir em frente. Então fica arrumando desculpas a si mesmo. Por exemplo, você pode dizer que não têm disciplina para fazer uma dieta e emagrecer. No fundo pode ser que você realmente não queira ficar longe do que gosta de comer.

Medo
medo é sem dúvida bastante limitante. Vamos dizer que você tenha medo de avião adotando a crença de que andar de avião é perigoso. Na verdade é sabido que avião é o meio de transporte mais seguro que existe. Mas isso acaba não sendo o mais importante na decisão.

Círculo social
Família, amigos, colegas e as pessoas que de forma geral fazem parte do seu dia a dia podem ser uma fonte de crenças limitantes para você.

Digamos que um colega seu relate uma experiência em que passou mal após comer sushi e que isso aconteceu pois é feito com carne crua.

Você pode desenvolver uma crença limitante de que comer sushi faz mal pra saúde impedindo você de desfrutar dessa culinária.

Religião
A religião é famosa por doutrinar às pessoas gerando diversas crenças limitantes. Possuem até um termo específico para isso “pecado”.

Para um gay não assumido ouvir do padre da sua Igreja que ser gay é pecado pode ser um grande limitador para assumir sua homosexualidade.

Sociedade
Padrões de beleza é um dos exemplos de coisas que podem se tornar uma crença limitante para as pessoas.

Uma jovem bonita pode achar criar uma crença de que nunca conseguirá um namorado pois não segue os padrões de beleza adotados pela sociedade.

Crença vs fatos

Crenças não necessariamente são fatos. Muitas vezes não existe correlação entre crença e realidade. Aí é que encontra-se a oportunidade.

Se você acredita que é tarde demais, pode ser que não seja. Essa é a sua chance.

A crença limitante não têm embasamento. É apenas uma crença errada. Livrar-se dela é algo benéfico. Diferente de fatos. Esses são reais e contra esses não há nada que se possa fazer. O segredo é saber diferenciar entre os dois.

Claro, eventualmente a crença pode ter fundamento. Vamos dizer que você acredita que não é possível aprender falar inglês fluentemente em apenas uma semana. Se você pensa isso, concordo com você.

Pode aprender algumas palavras, algumas frases. Até mesmo engajar num pequeno diálogo. Mas fluentemente certamente não vai conseguir.

Ou se você tem ambição de virar jogador de basquete profissional mas têm um metro e meio de altura realmente eu diria que as chances são pequenas.

Mas mesmo assim não é impossível. Muggsy Bogues é uma prova disso. Com apenas 1,60 m chegou à NBA, a liga de basquete profissional norte-americana [1]. Lembre-se sempre do que disse Nelson Mandela, “Sempre parece impossível. Até que seja feito.”.

Mas esses são casos extremos. Muitas vezes temos crenças limitantes sobre coisas muito mais próximas do nosso alcance de serem realizadas.

O segredo está em saber diferenciar o que é simplesmente uma crença que pode ser superada do que é uma realidade que não têm como ser mudada.

A maior parte das coisas que você quer alcançar pode ser alcançada. Você só precisa sair da frente do seu próprio caminho.

Como descobrir suas crenças limitantes?

Para descobrir suas crenças limitantes pense sobre algo que você gostaria de fazer e não faz. Então procure a justificativa que você encontra para não fazer. Essa justificativa geralmente está no “porque” da frase.

Por exemplo, vamos dizer que você diga “Não posso conseguir um bom emprego porque não tenho curso superior.”; “Não posso tomar a iniciativa porque isso é o homem que deve fazer.”; “Não posso ter um negócio próprio porque a economia está ruim.”

Assim que você encontra uma justificativa para não fazer algo, você não irá fazê-lo.

Como superar crenças limitantes?

1) Identifique uma das suas crenças limitantes

Pense no que você gostaria de fazer e porquê não está fazendo. O que está impedindo?

Tome nota da sua crença limitante.

2) Reconheça que é apenas uma crença

Reconheça que a sua crença pode não passar de uma crença que não é verdade.

3) Conteste a sua própria crença.

Questione a sua crença levantando questões como estas:

• Essa crença realmente têm fundamento? Quais são os fatos que comprovam?
• Eu sempre pensei dessa forma? Se não, o que mudou?
• Existem evidências contrárias à minha crença?
• As outras pessoas concordam com essa crença?
• Como seria pensar exatamente no oposto dessa crença?
• Essa crença está me ajudando a progredir nos meus objetivos?
• Como eu pensaria sobre essa crença se eu fosse outra pessoa (Einstein, Steve Jobs, um empresário, um médico etc…)

Muitas dessas questões podem parecer estranhas, mas ajudam você a ampliar sua perspectiva sobre o assunto. Exercitam o pensamento “fora da caixa”.

Ao argumentar contra o seu próprio pensamento inicial muitas vezes você pode perceber que não é bem como você estava pensando levando você a mudar o paradigma para algo mais positivo e encorajador:

“Conheço o fulano de tal que têm um excelente emprego e não têm curso superior. Se ele pode também posso.”; “Tenho uma amiga que tomou a iniciativa no relacionamento e está namorando com o cara até hoje.”; “Têm muitas empresas que abrem negócios quando a economia está ruim e sucedem.”

4) Perceba as consequências

Quais são as consequências de se agarrar à sua crença limitante? Se agarrar a crença de que você não é capaz de passar num concurso público porque falhou na sua primeira tentativa pode privar você de passar no futuro e ter uma vida melhor.

5) Adote uma nova crença

Escolha algo novo em que acreditar. Algo que irá ajudar a melhorar a sua vida. Pode não ser fácil essa transição.

Dependendo do tempo que você pensou e viveu àquilo que levou você a crer no que crê pode ter criado um vínculo emocional muito grande e enraizado a crença com muita força.

Mas se você quer ir em frente e mudar precisará ter força e coragem de fazer essa mudança de pensamento e adotar a nova crença.

6) Coloque em prática

Tome uma atitude e comece a implementar coisas que suportem a sua nova crença. Vamos dizer que você tinha uma crença limitante que dizia “Sou velho demais para iniciar a praticar exercícios”. Depois de passar pelos passos anteriores você resolveu adotar uma nova crença “Nunca é tarde para começar”. Então hoje mesmo sai para dar uma caminhadinha de 15 minutos para começar a prática de exercícios e criar o hábito a partir daí.

Enfim, o mais importante é entender que as crenças limitantes fazem com que você viva abaixo do seu potencial, mas essas crenças podem ser mudadas. Reformatar o seu pensamento pode resultar em conquistas magníficas para sua vida.

Grande abraço!
Juan O’Keeffe

Fonte: https://www.evolucaopessoal.com.br/o-que-sao-crencas-limitantes

 

 

ATENDIMENTOS 2